quinta-feira, 28 de maio de 2015

22. Luís Soares

23x17cm

Nasce a 22 de Agosto de 1952 em Lourenço Marques, (hoje Maputo) Moçambique. 
Descendente de colonos, desde muito cedo bebe a mistura branca, negra e asiática característica do Moçambique de então. Essas vivências culturais e estéticas marcaram profundamente a sua vida artística.
Em 1959 vem pela primeira vez à Europa, visitando a Espanha (Sevilha) e Portugal.
Regressa a Moçambique via Gibraltar, Egipto, Mar Vermelho, Mombaça, Zanzibar, Dar-es-Salaam e Lourenço Marques, em 1960.
Autodidacta, desde muito novo se dedica ao desenho, pastel, aguarela e guache.  Tem como professor no liceu o artista António Heleno, que o entusiasma definitivamente pelo  desenho, tirando a nota anual de 19.
Em 1966 volta a Portugal via Cabo, Moçâmedes, Lobito, Luanda e Las Palmas. Fixa-se em Lisboa, com seus pais e irmão, e ingressa no Colégio Vasco da Gama, em Sintra.
Visita a Inglaterra, Escócia, Marrocos, e regressa a Moçambique.
Frequenta cursos de desenho na Escola de Desenho e Pintura do Núcleo de Arte de Lço. Marques, e aí executa os seus primeiros trabalhos a óleo. 
Expõe obras suas, psicadélicas, na Bússola - Lourenço Marques - Moçambique.
Em 1969 dá a sua primeira entrevista a um jornal, o "Notícias" de Lourenço Marques, sobre o tema "Existencialismo". 
Ingressa, como aluno, no Colégio Nun'Alvares de Tomar - Portugal. Aí executa grandes painéis alegóricos e placas comemorativas para figurarem na festa dos tabuleiros. Faz a medalha e placa dos finalistas e colabora no jornal destes, onde vê, pela primeira vez, trabalhos seus publicados. Decora montras em lojas de Tomar.
Em 1971 regressa a Moçambique e começa a trabalhar como praticante de despachante e mais tarde como ajudante de despachante oficial. 
Estuda à noite.
Em 1974 executa as primeiras encomendas de murais para casas particulares e faz a sua primeira grande exposição na “Casa Amarela”, com o apoio da Câmara Municipal de Lourenço Marques. Expõe no Centro Cultural da Beira, com o apoio do Jornal "Notícias da Beira" e Direcção Geral de Turismo. Aí conhece o artista e amigo José Pádua. Faz as primeiras esculturas fundidas a bronze e alumínio.

Ao longo destes anos, participou em mais de quinhentas exposições colectivas em todo o mundo (África do Sul, Alemanha, Argélia, Austrália, Bélgica, Cuba, E.U.A., Espanha, França, Holanda, Inglaterra, Itália, Japão, Moçambique, Mónaco, Nigéria, Noruega, Polónia, Portugal, RDA, Suécia, Suíça, Swazilândia, Zimbabué), actualmente participa em exposições pela mão de galerias e instituições, sem ter conhecimento dada a sua obra estar bastante espalhada.

Formação:
Autodidata, desde muito jovem se dedica ao desenho, pastel, aguarela e gouache. Teve como professor no Instituto o artista Antóvio Heleno, que o entusiasma pela paixão pelo desenho, obtendo sempre notas altas.
Frequentou o curso de Pintura no Núcleo de Arte em Lourenço Marques (Maputo). (1966/68/...)
Fotografia, 1973 com António Pegado.
Trabalha com o escultor José Lobo Fernandes no Núcleo de Arte – Maputo - Moçambique
Frequentou curso de Litografia e Gravura na Sociedade Cooperativa de Gravadores Portugueses, Lisboa.(1977/78/79/80)
Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. (1978/1979) com supervisão de João Hogan.
Formação em Cerâmica na Fabrica de Cerâmica Viúva Lamego, Lisboa, Portugal. (1978/1979).
Monta um atelier de cerâmica em Cascais
Conhece e partilha experiências com o ceramista catalão, Antoni Cumella, Granulleres, Espanha

Bibliografia :
" Dicionário de Arte Portuguesa ", 1991, Portugal
" Arteguia ", 1992, 1993, 1994, 1995, 1996, 1997, Portugal
" 200 Artistas Portugueses " 1992, Edição Fernando Carmo, Portugal
"Luìs Soares" 1989, Edição para Lineart
"Luís Soares" 1987, José Marin Medina
"Luís Soares" 1986, António Bacalháu, Galeria Berrueta, Espanha
"TRANSMISSÃO DAS SEQUÊNCIAS ESPONTÂNEAS", Mateo Berrueta Echave
"DICIONÁRIO DE PINTORES E ESCULTORES PORTUGUESES", Fernando de Pamplona, 1988, Civilização
"CERÂMICA DE LUÍS SOARES " ,STIRETKI - EUROOPASSA JATKUU, 1988, Heidi Santamala
"COMO PEIXE N'ÀGUA", 1989, Eduardo Marco Samper
"CONTEMPLANDO O MAR", 1984, José Guterres
"Artista Português Triunfa em Espanha", 1987, José Guterres
"O mar é fonte de inspiração que não seca", 1987, Hélder Pinho
"UM POETA DA PLÁSTICA", 1990, Rafael Soto Vergés
"A PINTURA LUNAR DE LUÍS SOARES", 1991, António Martinez Cerezo
"PERFIL E ESTATURA DO ARTISTA LUÍS SOARES", 1991, Mário Angel Marrodan
"HARMONIA DAS ESFERAS", 1991, Alberto Correia
"EL DISCURSO DE YERBA", 1991, 3 serigrafias e poemas, Rafael Soto Vergés
"UM INFORMALISMO MATÉRICO E SUBTIL", 1991, Rodrigues Vaz
"LUÍS SOARES, NO PENSAMENTO", 1987, Francisco Montoya Garcia
"Por La Puerta del Calendario", Ilustrações, Mario Angel Marrodan
"LUÍS SOARES, ARTISTA MULTIDISCIPLINAR E COMPLETO", Livro a publicar brevemente, Mario Angel Marrodan
"Com a força do grafismo", 1987, O Dia, Maria Assis
"Luís Soares um «mestre» em cerâmica", Manuela Tito Martins
"Tapeçarias na Lóios", António Baldaia
"As cores quentes de Luís Soares", Ana Paula Vieira
"El portugués Luís Soares, artista multidisciplinar, tital y completo", M.A.Marrodan
"Luís Soares", Faro de Vigo, 1992, Fernando Franco
"Variações" sobre temas marinhos atraem (e apaixonam)Luís Soares, 1981, A Tarde, Lúcia Mendes Pereira
"O mar é uma fonte de inspiração que não seca", Hélder Pinho
"Luís Soares", 1989, Ricardo M.dos Santos
"Imagens Prodigiosas", 1991, Correio da Manhã, Rodrigues Vaz
"El arte se convierte en vidrio", 2003, Futurart, N.T.
"Por La Puerta del Calendario", Ilustrações, Mario Angel Marrodan
“Luís Soares. El Simbolismo de La Imagen”, 2014, Ramon Casalé, AICA, ICOM, ACCA
“Livros de Viagem”,  Desenhos , Luís Soares
“Serigrafias”, Catálogo, 1990, Edições Ceramicarte
“Existencialismo”, 1969, Noticias de Lourenço Marques, Moçambique
“Luís Soares, a pintura como um conceito universal” Juan Lluís Montané , AICA, ACCA, AMCA, AECA
“Escultura expressionista visceral de Luís Soares” Juan Lluís Montané , AICA, ACCA, AMCA, AECA
“Los azulejos vitais de Luís Soares ” Juan Lluís Montané , AICA, ACCA, AMCA, AECA
“Luís Soares, renovador da cerâmica de Cascais ” Juan Lluís Montané , AICA, ACCA, AMCA, AECA
“A cerâmica de Luís Soares” Juan Lluís Montané , AICA, ACCA, AMCA, AECA
“A Pintura de Luís Soares”  Vera de Jesús de Oliveira Cardoso

“LUIS SOARES. Las líneas sinuosas de su iconografía”  Alicia Estela Beltramini Zubiri, AICA, CAA, ALAA

21.

Aguarela
29x20cm

20.

Desenho
26x21 cm

19. Chucho

Aguarela
10x17cm

50,00€

18. J. Magalhães

Aguarela
10x15cm

150,00€

17. Xavier

Serigrafia
Nº Série 65/125
30x42 cm

150,00€


quarta-feira, 27 de maio de 2015

16. Joaquim António

“No Mercado do Bolhão”
Aguarela
32x47 cm

700,00€


15. Juan Cidrás

Acrílico s/ tela
46,5x51,5 cm

400,00 €


Juan Cidrás

Falces. Navarra, 1950-1992

INDIVIDUALES (Selección)
1992 Galería Loios, Oporto
1993 Galería VDV, Milán
Galería Xeito, Madrid
1994 Palacete Dos Mendoza, Pontevedra
Galería Loios, Portugal
1995 Galería Volter, Orense
2001 “Plástico Apretado”, Galería Sagardelos, Santiago Compostela

EXPOSICIONES COLECTIVAS (Selección)
1990 Galería Millares, Madrid
1991 “Memoria dunha década”, Bienal de Arte de Pontevedra
1994 IV Mostra Unión Fenosa, A Coruña
1996 VI Interbienais Vilanova de Cerveira, Portugal
1998 AAF’98 Ljubljana, Eslovenia
Art Múltiple’98, Düsseldorf
Art-Jonction, Cannes
2000 Generación 2000, Caja Madrid. Itinerante
Real Jardín Botánico, Madrid
Sala de Exposiciones de Caja Madrid, Barcelona
Sala Municipal de Exposiciones Museo de La Pasión.Valladolid
Casa de La Provincia, Sevilla
Centro Cultural La Beneficencia, Valencia
2001 Premio de Arte Emergente Estación Marítima, A Coruña
VII Mostra Unión Fenosa, A Coruña
XVII Premio de Pintura L’Oréal, Centro Conde Duque, Madrid

14. Juan Cidrás

Acrílico s/ tela
46,5x51,5 cm

400,00 €



Ramiro Relvas nasceu em Paços de Brandão, no dia 4 de Maio de 1924. Faleceu a 7 de Fevereiro de 2005.
O Mestre, como era conhecido, desenhou e pintou a óleo, desde 1940, participando em dezenas de exposições, individuais e colectivas, por todo País.
Em colaboração com o Museu do Papel, esta exposição temporária foi uma iniciativa da associação CIRAC – Círculo de Recreio, Arte e Cultura, de Paços de Brandão que em 1978, criou a primeira Escola de Pintura de Paços de Brandão, na qual Ramiro Relvas foi o Mestre. 

Inaugurada no dia 2 de Julho de 2005, a exposição temporária contou com a presença de familiares, amigos e alunos de Ramiro Relvas.
A memória de Ramiro Relvas foi, simultaneamente, evocada no Café dos Artistas, realizado no museu, com depoimentos dos filhos do pintor, Dr. Samuel Relvas e Dr. Duarte Relvas, e do seu grande amigo, Mestre António Joaquim, que o considerava “um artista livre e não comprometido”.

Através das aguarelas de Ramiro Relvas, o mundo apresenta-se com paisagens viçosas, cheias de colorido e alegria, em suaves e límpidas manchas a que não falta um sopro da mais bela e repousante poesia: paisagens alegres, paisagens aliciantes que são toda uma evocação para os apaixonados nas belezas da natureza.”
Jaime Ferreira, Jornal Comércio do Porto.

13. Juan Cidrás

Acrílico s/ tela
39x46 cm

400,00 €


Juan Cidrás
Falces. Navarra, 1950-1992

INDIVIDUALES (Selección)
1992 Galería Loios, Oporto
1993 Galería VDV, Milán
Galería Xeito, Madrid
1994 Palacete Dos Mendoza, Pontevedra
Galería Loios, Portugal
1995 Galería Volter, Orense
2001 “Plástico Apretado”, Galería Sagardelos, Santiago Compostela

EXPOSICIONES COLECTIVAS (Selección)
1990 Galería Millares, Madrid
1991 “Memoria dunha década”, Bienal de Arte de Pontevedra
1994 IV Mostra Unión Fenosa, A Coruña
1996 VI Interbienais Vilanova de Cerveira, Portugal
1998 AAF’98 Ljubljana, Eslovenia
Art Múltiple’98, Düsseldorf
Art-Jonction, Cannes
2000 Generación 2000, Caja Madrid. Itinerante
Real Jardín Botánico, Madrid
Sala de Exposiciones de Caja Madrid, Barcelona
Sala Municipal de Exposiciones Museo de La Pasión.Valladolid
Casa de La Provincia, Sevilla
Centro Cultural La Beneficencia, Valencia
2001 Premio de Arte Emergente Estación Marítima, A Coruña
VII Mostra Unión Fenosa, A Coruña
XVII Premio de Pintura L’Oréal, Centro Conde Duque, Madrid

12. Onofre Varela

“Empregado de Café”
Técnica Mista
36x22,5 cm

500,00 €


Nome Completo: Onofre Martins Varela
Cidade: Rio Tinto
Concelho: Gondomar
Naturalidade: Miragaia, Porto
Data Nascimento: 1944-09-12
Biografia:
Começou a trabalhar aos 14 anos como tipógrafo e ia frequentando a Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis, até ser mobilizado para Angola, onde esteve de 1965 a 1968. Aí estreou-se na revista Notícia, com banda desenhada. Na evolução da sua carreira profissional, saltou das litografias para agências de publicidade e destas para os jornais. N’O Primeiro de Janeiro, entrou como maquetista e ilustrador, em 1970.
Ilustrador, Cartunista
Nas revistas e jornais, a sua actividade de escritor enlaça-se com a de ilustrador e caricaturista. Foi responsável gráfico do Notícias da Tarde e de O Jogo. Publicou caricatura em O Tripeiro e em O Comércio do Porto ,onde dirigiu graficamente o suplemento “Encontro”. Colaborou com a RTP desenhando em directo no programa Às Dez. Ilustrou manuais escolares e contos infantis da Porto Editora.
Culminou a sua carreira como Ilustrador Principal do Jornal de Notícias ,onde, durante uma década, publicou caricatura, desenhos, textos. Como cartunista fez uma exposição retrospectiva dos seus 25 anos de ilustrador, no Salão Jardim do Coliseu do Porto, 1994. Participou na exposição “Mário Soares visto pelos caricaturistas”, no Palácio de Belém.
Pintor
Participou em diversas exposições colectivas em Espanha, França, Jugoslávia, Turquia, Macau, Dinamarca e Brasil.
Escritor
Publicou os livros Cimbalino Curto (2000) e O Peter Pan Não Existe - Reflexões de um Ateu, Ed. Caminho, 2007. Tem textos e desenhos nas revistas Campismo e Caravanismo, Hobby e nos jornais O Chato, O Olho, A Pantera… Em O Primeiro de Janeiro, escreveu uma rubrica semanal, intitulada “Ovnis Existem”, que durou de 1978 a 1981 (133 artigos). Foi repórter da Quinzena do Porto. Colabora nos jornais O Gaiense, Soberania do Povo (Águeda), Gazeta de Paços de Ferreira e Correio Alentejo.
Actor
Desde 1963 que adora teatro. Nesses espectáculos, ajudava na montagem, pintava cenários, cantava, fazia ilusionismo e imitações. Em 2000, estreou-se na revista 2001 Odisseia do Carago, Sá da Bandeira, Porto. Actuou em três revistas e hoje é actor no grupo amador Cale Estúdio Teatro, de Gaia.
Prémios
1984 - Nações Unidas, logótipo sobre integração de delinquentes / Caricatura - Nos VIII e X Salões de Caricatura de Oeiras e no II Salão Luso-Galaico de Caricatura de Vila Real;
1998 - diploma de Professor Honorífico do Humor, outorgado pela Universidade de Alcalá de Henares (Madrid);
2001 - Prémio Homenagem atribuído pela Caricaturartes, Seixal.

Consta no Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX, Porto Editora, 2001.

11. Abílio Guimarães

Aguarela
20x31cm

100,00€


1944 – Nasce em Oliveira de Azeméis, a 13 de Fevereiro. 
1948 – Vai viver para o Bairro Herculano, freguesia da Sé, Porto.
1958 – Inicia, como aprendiz, a actividade de desenhador maquetista num atelier de publicidade. 
1962 – Conclui o curso de Pintura Decorativa na Escola de Artes Decorativas de Soares dos Reis.
1971 – Inicia funções docentes na Escola Preparatória Ramalho Ortigão.
1980 – Realiza a primeira exposição de pintura na Galeria Primeiro de Janeiro, no Porto. 
1985 – Sócio-fundador da Cooperativa Artistas de Gaia.
1994 – É convidado a expor a sua obra dedicada à Regata do Infante realizada no Porto, em vários locais, nomeadamente no Museu dos Transportes e Comunicações, Casa-Museu Teixeira Lopes, Câmara de Matosinhos e Oliveira de Azeméis.
1996 – A convite da Comissão promotora do Centro de Estudos Bento Carqueja, realiza uma exposição de pintura no Centro Cultural Português de Caracas, com a colaboração do Embaixador de Portugal na Venezuela.
1998 – A convite da Aporvela, captou imagens da Regata Vasco da Gama, organizada pela Cutty Sark e pela Aporvela, realizando um circuito de exposições, iniciado no Padrão dos Descobrimentos, com a colaboração da Câmara de Lisboa e do Museu dos Transportes e Comunicações no Porto.
1999 – A convite do Gabinete Português de Leitura do Brasil r ealiza nas suas instalações, no Recife, uma exposição de pintura subordinada ao tema “500 anos do Descobrimento do Brasil”.
2004 – Quinta de Bonjóia – lançamento do livro de poemas e aguarelas “O Porto nas Nossas Mãos”.
2005 – A convite da “Famoa” realiza no Salão Nobre de Oliveira de Azeméis uma exposição de pintura subordinada ao tema “Imagens do passado”.
2006 – Dom Tonho - PortoA convite da Fundação La-Salette realiza, em Oliveira de Azeméis, a exposição "O Parque nas nossas mãos".
2007 – A convite do Portuguese Instructive Social Club (PISC), realiza em Elizabeth, New Jersey, Estados Unidos da América, a exposição "ALMA LUSITANA" integrada nas comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades, organizadas pelo PISC, e no programa Pontes de Cultura, promovido pelo Instituto de Cultura Ferreira de Castro.
2008 – Exposição "Recantos da Pateira" - Fermentelos. Gulpilhares - "Senhor da Pedra - Um Olhar" - Lançamento do livro com o Dr. Barbosa da Costa e exposição de pintura. Exposição na Quinta da Boeira - Vila Nova de Gaia.
2009 – Exposição "Nunca te direi adeus, Pateira!" - Município de Águeda.

10. Joaquim Lopes

“Almeida Garrett”
Tinta-da-china
19x12 cm

1.800,00 €

Joaquim Francisco Lopes nasceu na Rua Bela, no lugar da Ilha, freguesia de Vilar do Paraíso do concelho de Vila Nova de Gaia, em 23 de Abril de 1886. Era um dos oito filhos do casal José Francisco Lopes, trabalhador da construção civil, e Olívia Pereira.
Devido às dificuldades económicas da família, Joaquim foi educado pela avó paterna, que lhe proporcionou uma vida menos árdua do que a dos irmãos.
Após frequentar os estudos primários, durante os quais se manifestou a sua vocação artística, o tio José pô-lo a trabalhar numa serralharia em Gaia, propriedade de Manuel Correia, onde lhe foi confiada a tarefa de pintar ornamentos de cofres.
Por essa altura, foi aconselhado a ingressar na Escola Industrial Passos Manuel, onde estudou Desenho, Pintura e Modelação e na qual terminou os estudos com a classificação de 20 valores, em 1906. Neste estabelecimento de ensino aprendeu cerâmica, o que lhe permitiu vir a trabalhar mais tarde em fábricas deste ramo, em Vila Nova de Gaia (Cavaco, Carvalhinho, Agueiro, etc.).
Seguidamente, inscreveu-se no curso de Pintura da Academia Portuense de Belas Artes, onde foi aluno de João Marques de Oliveira e de José de Brito. Nesta escola, teve por colegas outros artistas gaienses, como Diogo de Macedo, Henrique Moreira, Joaquim Martins, Manuel Marques e António de Azevedo.
Em 1913, ainda aluno de Belas Artes, realizou a primeira exposição com o amigo Diogo de Macedo.
Em 1914 alcançou uma bolsa de estudo que lhe possibilitou pintar a paisagem do Gerês, na companhia de Soares Lopes. Os trabalhos então realizados foram apresentados na sala de exposições do jornal "O Comércio do Porto".
Em 1915 terminou a licenciatura com a média final de dezassete valores e, quatro anos depois, partiu para Paris, para aperfeiçoamento da Pintura. Durante essa temporada fora do país, estudou na Academia Grande Chaumière e foi influenciado pela cor e pela luz dos impressionistas.
De volta a Portugal começou a leccionar no ensino técnico, em 1930 passando para o ensino universitário, pois nesse ano foi nomeado, por concurso, Professor de Pintura da Escola de Belas Artes do Porto. Neste estabelecimento de ensino, onde leccionou durante dezoito anos, veio também a ocupar o cargo de Director (de 1948 a 1952). Durante este período de tempo participou nas Exposições Magnas, promoveu a compra do atelier de Soares dos Reis, na Rua de Camões, em Vila Nova de Gaia, a ampliação das instalações da Escola e chefiou as Missões Estéticas de Férias em Viana do Castelo (1940) e em Bragança (1943).
A sua pintura, a óleo, a pastel e aguarela, que lhe valeu vários prémios, representa retratos, motivos regionais e paisagens e foi apresentada em exibições nacionais e internacionais. Está espalhada por vários museus, tais como o Museu Nacional de Soares dos Reis, o Museu da Faculdade de Belas Artes da U.Porto, ambos no Porto; a Casa-Museu de Almeida Moreira, em Viseu; o Museu do Abade de Baçal, em Bragança; o Museu José Malhoa, na Caldas da Rainha; o Museu Grão Vasco, em Viseu e o Museu do Chiado, em Lisboa.
O pintor representou Portugal na Exposição Internacional do Rio de Janeiro (1922/1923), onde recebeu a Medalha de Prata, e, em 1929/1930, enviou telas suas com motivos portuense para a Exposição Ibero-americana de Sevilha, tendo obtido medalhas de prata e de ouro. Por diversas vezes foi distinguido pela Sociedade Nacional de Belas Artes pela sua participação nas exposições anuais de pintura e pelo Secretariado Nacional de Informação, que lhe atribuiu o 1º Prémio Silva Porto, em 1944, e o Prémio António Carneiro, em 1952.
A par das actividades artísticas e pedagógicas também enveredou pela escrita e pela crítica de Arte. Foi autor de títulos como "Marques de Oliveira", "Do Regionalismo ao Nacionalismo na Arte", "Cândido da Cunha" ou "Silva Porto" e colaborou na rubrica "Artes e Letras" de "O Primeiro de Janeiro".
Jubilou-se em 1955 e morreu, pouco depois, em 25 de Março de 1956.
Muito tempo após a sua morte, o seu aniversário foi comemorado por um grupo de amigos e admiradores, composto, entre outros, pelo Maestro Raul Casimiro, pelo Engenheiro Adriano Rodrigues, pelos doutores António Emídio de Magalhães e Gil da Costa, por Francisco da Paula Ferreira e pelo pintor Manuel Rodrigues e, depois, pelo pintor Isolino Vaz e pelos doutores Alberto Uva e Fernando Ferrão Moreira.

9. Ramiro Relvas

“Ria de Aveiro”
Aguarela
27x34,5 cm

450,00 €


Ramiro Relvas nasceu em Paços de Brandão, no dia 4 de Maio de 1924. Faleceu a 7 de Fevereiro de 2005.
O Mestre, como era conhecido, desenhou e pintou a óleo, desde 1940, participando em dezenas de exposições, individuais e colectivas, por todo País.
Em colaboração com o Museu do Papel, esta exposição temporária foi uma iniciativa da associação CIRAC – Círculo de Recreio, Arte e Cultura, de Paços de Brandão que em 1978, criou a primeira Escola de Pintura de Paços de Brandão, na qual Ramiro Relvas foi o Mestre. 

Inaugurada no dia 2 de Julho de 2005, a exposição temporária contou com a presença de familiares, amigos e alunos de Ramiro Relvas.
A memória de Ramiro Relvas foi, simultaneamente, evocada no Café dos Artistas, realizado no museu, com depoimentos dos filhos do pintor, Dr. Samuel Relvas e Dr. Duarte Relvas, e do seu grande amigo, Mestre António Joaquim, que o considerava “um artista livre e não comprometido”.

Através das aguarelas de Ramiro Relvas, o mundo apresenta-se com paisagens viçosas, cheias de colorido e alegria, em suaves e límpidas manchas a que não falta um sopro da mais bela e repousante poesia: paisagens alegres, paisagens aliciantes que são toda uma evocação para os apaixonados nas belezas da natureza.”
Jaime Ferreira, Jornal Comércio do Porto.

8. Joaquim Serrano

Aguarela
20x29cm

180,00€


7. Garizo do Carmo

Óleo s/ tela
1999
79x63 cm

4.500,00€


Garizo do Carmo nasceu em 1927, em Lisboa.
Frequentou Arquitectura na E.S.B.A.P. de 1944 a 48.
Aluno Voluntário em Pintura dos Mestres Joaquim Lopes e Dórdio Gomes.

Fez parte do grupo dos independentes do Porto com Fernando Lanhas, Júlio Resende, Martins da Costa, realizando com estes em colectivas – 1º Salão de Arte Abstracta e Independentes do Norte – 45/48.
Contacta com Júlio Pomar e nadir Afonso entre outros.

De 1948 a 1954 frequentou a Escola de Belas Artes de Toulouse, Grenoble e a sessão de Arquitectura da Escola de Paris – Atelier Zavaroni – especializando-se, simultaneamente, em cerâmica.
Frequenta, na mesma época, em pintura e gravura, a “Grande Chaumière”.
Contactos permanentes em Paris com Costa Camelo, Canto de Maria, Francis Smith e M. H. Vieira da Silva.
Instala, em Paris, uma oficina de Cerâmica e, em concurso para residentes estrangeiros, obtém uma Bolsa de Estudo do Governo Francês, trabalhando durante dois anos a Manufacture Nationale de Sèvres.
Dedica-se às Artes Gráficas, trabalhando em cartaz, como “free lancer” ombreando com Colin Savignac.
Substituiu o pintor Paulo Ferreira como decorador da casa de Portugal em Paris e toma conhecimento da obra de Amadeo de Souza Cardoso, através das relações com a viúva do pintor (então funcionária daquele organismo) em 1949/50.
Expõe cerâmica em Paris – 1952.
Retorna a Portugal em 1954 e expõe individualmente cerâmicas na S.N.B.A. e cartazes na, hoje extinta, Galeria Artes e Letras.
Dirige uma secção de cerâmicas artísticas na Fábrica de Sacavém, onde realiza diversos “cartões” de Ribeiro de Paiva e um grande conjunto mural para o Cinema S. Jorge na cidade da Beira.
Regressa a Moçambique em 1956 e expõe cerâmica e cartazes em Lourenço Marques e comparticipa em trabalhos de arquitectura, pintura e escultura nos Pavilhões da Exposição das Actividades Económicas de Moçambique. Contactos, nessa data, com Câmara Leme, Costa Pinheiro, Fernando Azevedo, Vespereira e Nuno Sanpayo.
Trabalha com o arquitecto Pancho Miranda Guedes, Tinoco e outros. Até 1962 desenvolve actividade profissional, na cidade da Beira, nos campos da arquitectura, decoração, pintura, escultura e artes gráficas, deixando numerosos trabalhos em Manica e Zambézia.
Decoração do Pavilhão de Moçambique na 1ª Feira Industrial de Luanda. Actividades directivas no Centro Cultural e Arte e Cine Clube da Beira, praticando, como amador, cinema de ensaio e animação (16mm).
Sob convite e em concurso com o pintor britânico Jonh Piper, ganha a opção e execução de um vasto mural em baixo relevo policromado nos Arquivos Nacionais – Salisbury.
Radicado desde fins de 1962 em Lourenço Marques, inicia uma actividade gráfica no campo do jornalismo como redactor-paginador e abraça o professorado artístico.
Em 1964, em concurso com outros artistas convidados, ganha a execução dum grande painel mural no B.N.U.
Bolseiro na Fundação Calouste Gulbenkian frequenta o “Post-Graduate Course” de Gravura e Artes Gráficas e Fotografia na Slade School (London University College) sob o ensino do aguafortista Anthony Gros e Bartolomeu Cid, de 1970-1972.
Retrospectiva dos 25 anos de pintura, em Março de 1973 na Galeria Texto, em Lourenço Marques.
Foi professor do quadro, regendo no Ensino Técnico Profissional e Artes Decorativas (Artes Visuais) – Escola António Arroio – 1962/1977.
Bolseiro do Governo Polaco em Varsóvia 1979-1980 em Artes Gráficas, tendo trabalhado com Hendrik Tomaszewsky, Urbvaniec, Kotarbinski e Wassilewski.
Bolseiro de estado pela Secretaria de Estado da Cultura com o apoio do British Council em Inglaterra – Mancherter e Londres – em fotografia de cena – 1985.
Convidado a expor pelo Instituto f Education da University of London, na Galeria Logan, no Outono de 1986 integrado nos 600 anos da aliança luso-britânica.
Expôs pintura individual em Paris, Porto, Lisboa, Estoril, Beira, Lourenço Marques, Johanesburg e Durban.
Colectivas de pintura, gravura e cerâmica, fotografia e cartaz no Porto, Lisboa, Lourenço Marques, Madrid, Paris, Roma, Brasil, Jugoslávia, Bulgária, Roménia, Estoril e Cascais.
I e II Exposições de Artes Plásticas.
Exposições dos “anos 40” e “25anos da Cooperativa de Gravadores Portugueses” – Fundação Gulbenkian.
Bienais de S. Paulo, Lathen, Varsóvia, Belgrado, Brno, Califórnia, Cerveira, Yokohama (Japão) e Vancouver (Canadá), Grafiporto.
Exposição Internacional do Fantástico e Surrealismo.


EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS
Cerâmica – Paris – 1950
Cerâmica - Lisboa – 1952
Cerâmica – L. Marques – 1954
Cartazes – Lisboa – 1952 e L. M. 1954
Pintura – Bienal – 1961
Pintura – Joanesburgo – 1962
Pintura – L. Marques – 1964
Desenhos – L. Marques – 1968
Pintura – Estoril – 1969
Retrospectiva – L. Marques – 1973
Pintura – Lisboa – 1974
Pintura – Porto – Lisboa – 1980
Pintura – Lisboa – 1989
Pintura – Estoril – 1992
Pintura – Porto – 1992
Pintura – Lisboa – 1992

EXPOSIÇÕES COLECTIVAS
1ª Salão dos Independentes – Porto – 1946
Salão de Arte Abstracta – Porto – 1948
1ª Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian – 1964
1ª, 2ª, 3ª, 4ª e 5ª Exposições dos Independentes – L. Marques 1963/68
Arte em Liberdade – Lisboa – 1974
Arte Portuguesa – Roma – 1975
Arte Portuguesa – Paris – 1977
Arte Portuguesa – Madrid – 1978
25 anos da Coop. Grav. Portugueses – F. Gulbenkian – 1977
Gravura Portuguesa – Exposição itinerante na Europa (Jugoslávia. Roménia. Bulgária) - 1976
Gravura Portuguesa – Roma – 1977
Brasil – 1978
Inventario 2 – S.E.C. – 1979
Editado pela Cooperativa de Gravadores Portugueses
Exposição nacional “Anos 40” F. C. G. – 1980
I – III Bienal de Cerveira – 1980-82
Salão de Primavera – Estoril – 84-85
I Exposição Nacional de Desenho e Gravura – M. Ferreira Borges – Porto – a1985 – premiado
Salão de Pequeno Formato – Cascais – 1985
Colectiva de Reabertura – Galeria Tempo – 1985
Colectiva Galeria Fonte Nova – 1985
Colectiva Exp. António Arroio S.N.B.A. – 1986
Colectiva Galeria Diagonal – 1984
Exposição Internacional do fantástico e Surrealismo – 1984
Salões Pequeno Formato Gravura Aguarela e Outono – Casino Estoril 1985/1992

BOLSAS
Bolseiro Governo Francês – 1950/52 na Manufacture Nationale de Sèvres – Institut Superior de Cerâmique – Paris
Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian – 1970/72 – na London University – Slade School – Gravura Artes Gráficas e Fotografia
Bolseiro na República Socialista Popular Polaca – Artes Gráficas (Teatro) – Varsóvia e Cracóvia – 1979/80
Bolseiro do Minist. Cultura e British Council – em fotografia de cena – Royal Exchange Theatre e Batterssa Art Centre – Manchester – Londres – 1984/85

BIENAIS
S. Paulo – 1968 – Pintura
Varsóvia – 1978 – Cartaz
1977-79-81 – Brno 1981-85 – Belgrado 83 – Varsóvia – 1979-86 Colorado U.S.A. – 1985 – Vancouver – Canadá 1985 – Yokoama – Japão – 1985
Festival de Tróia – 1985 (prémio)
Grafiporto – 1986
Concurso Internacional 40 An iv Auschewich – 1984 – Menção Honrosa
Concurso Internacional – Ano Internacional da Paz – Varsóvia – 1986

BIBLIOGRAFIA
BI Enciclopédia Internacional Collières – 1964
Portuguese 20th Century Artists – Michael Tannock/Philmore – Londres 1978
Arte em Portugal no século XX – José Augusto França – Lx. Bertrand 1974
História de Arte em Portugal – Flórido de Vasconcelos – RTP 1972
Da pintura Portuguesa – ensaios – José Augusto França – Ática 1960 (introdução a uma retrospectiva da Arte Abstracta em Portugal)
Pintura e Escultura em Portugal 190-1980
Rui Mário Gonçalves - Biblioteca Breve. ICCP 1980
Estudos sobre Artes Plásticas – Anos 40 – Fernando Guedes – Imprensa Nacional 1985
Lexicoteca – Moderna Enciclopédia Universal – Circulo de leitores 1985
Dicionário de Pintores e Escultores Portugueses – Fernando Pamplona 1989
História de Arte em Portugal de Dr. Rui Mário Gonçalves – edições Alfa

in "50 Anos Depois"
Lóios Galeria

6. Gilberto Lopes

“Ouro-Preto”
Óleo s/ tela
73x92 cm

1300,00 €



Nasceu em Vila Nova de Gaia, em 1933. Com Francisco Macedo e Mendes da Silva estudou cerâmica e desenho na Escola Secundária “Passos Manuel”. 
No II Salão de Educação Estética (Lisboa, 1949) são-lhe atribuídos prémios e menção honrosa. Nos anos 1951 a 1953 estuda desenho (modelo vivo) na Escola Superior de Belas Artes do Porto, com Joaquim Lopes e Dórdio Gomes.

Pratica desenho arquitectónico no atelier do Arq. Moura Costa.

Em 1954 muda-se par o Brasil. Pinta retratos e painéis murais (v.g. Seminário Santo António, Agudos, Bauru: 54m2). Dedica-se paralelamente ao “design” colaborando com Michel Arnoul, Francisco Tenreiro e Sérgio Rodrigues.
Em 1960 muda-se para Belo Horizonte onde realiza vários murais (Hotel Metrópole e residências particulares). Continua a dedicar-se à paisagem e ao retrato.
De 1962 a 1965 passa a viver no Rio de Janeiro, dedicando-se ao “design” e em decorações em residências particulares.
Em 1971 e 1973 participa nos 1.º e 2.º Salões Nacionais de Design.
Em 1981 expõe na Galeria “Roma e Pavia” (Porto).
Expõe individual e colectivamente em várias cidades do Brasil.
Em 1987 participa no IV Salão de Artes Plásticas do Rotary Club de V. N. Gaia.
Em 1990 expõe individualmente na Lóios Galeria (Porto).

5. Gilberto Lopes

“Paisagem Azul”
Óleo s/ tábua
71,5x90 cm

1.250,00 €


Nasceu em Vila Nova de Gaia, em 1933. Com Francisco Macedo e Mendes da Silva estudou cerâmica e desenho na Escola Secundária “Passos Manuel”. 
No II Salão de Educação Estética (Lisboa, 1949) são-lhe atribuídos prémios e menção honrosa. Nos anos 1951 a 1953 estuda desenho (modelo vivo) na Escola Superior de Belas Artes do Porto, com Joaquim Lopes e Dórdio Gomes.

Pratica desenho arquitectónico no atelier do Arq. Moura Costa.

Em 1954 muda-se par o Brasil. Pinta retratos e painéis murais (v.g. Seminário Santo António, Agudos, Bauru: 54m2). Dedica-se paralelamente ao “design” colaborando com Michel Arnoul, Francisco Tenreiro e Sérgio Rodrigues.
Em 1960 muda-se para Belo Horizonte onde realiza vários murais (Hotel Metrópole e residências particulares). Continua a dedicar-se à paisagem e ao retrato.
De 1962 a 1965 passa a viver no Rio de Janeiro, dedicando-se ao “design” e em decorações em residências particulares.
Em 1971 e 1973 participa nos 1.º e 2.º Salões Nacionais de Design.
Em 1981 expõe na Galeria “Roma e Pavia” (Porto).
Expõe individual e colectivamente em várias cidades do Brasil.
Em 1987 participa no IV Salão de Artes Plásticas do Rotary Club de V. N. Gaia.
Em 1990 expõe individualmente na Lóios Galeria (Porto).

4. Gilberto Lopes

“Paisagem Amarela”
Óleo s/ tela
77x38 cm

1.000,00 €

Nasceu em Vila Nova de Gaia, em 1933. Com Francisco Macedo e Mendes da Silva estudou cerâmica e desenho na Escola Secundária “Passos Manuel”. 
No II Salão de Educação Estética (Lisboa, 1949) são-lhe atribuídos prémios e menção honrosa. Nos anos 1951 a 1953 estuda desenho (modelo vivo) na Escola Superior de Belas Artes do Porto, com Joaquim Lopes e Dórdio Gomes.

Pratica desenho arquitectónico no atelier do Arq. Moura Costa.

Em 1954 muda-se par o Brasil. Pinta retratos e painéis murais (v.g. Seminário Santo António, Agudos, Bauru: 54m2). Dedica-se paralelamente ao “design” colaborando com Michel Arnoul, Francisco Tenreiro e Sérgio Rodrigues.
Em 1960 muda-se para Belo Horizonte onde realiza vários murais (Hotel Metrópole e residências particulares). Continua a dedicar-se à paisagem e ao retrato.
De 1962 a 1965 passa a viver no Rio de Janeiro, dedicando-se ao “design” e em decorações em residências particulares.
Em 1971 e 1973 participa nos 1.º e 2.º Salões Nacionais de Design.
Em 1981 expõe na Galeria “Roma e Pavia” (Porto).
Expõe individual e colectivamente em várias cidades do Brasil.
Em 1987 participa no IV Salão de Artes Plásticas do Rotary Club de V. N. Gaia.
Em 1990 expõe individualmente na Lóios Galeria (Porto).

3.

49x59cm

150,00€

2. MARIA ARMINDA

“Composição Abstracta”
Óleo s/ tela
33x53 cm

100,00€


terça-feira, 26 de maio de 2015

1. José González Collado

“Escrevendo”
Óleo s/tela
73x92 cm


3.000,00 €

BIOGRAFIA BREVE DE JOSÉ GONZÁLEZ COLLADO

El pintor José María González Collado nace en Ferrol en 1926. A los 12 años ingresa en la Escuela de Artes y Oficios de Ferrol, la más antigua de este tipo en Galicia. Estudia en la Escuela de Aprendices de Bazán, entrando en el Departamento de Delineación y Electricidad de esa empresa. En 1942 conoce al pintor, ya consagrado Felipe Bello Piñeiro, que en ese año fué elegido Académico de Número de la Real Academia de Bellas Artes de la Coruña. A los 17 años recibe su primer premio en la Exposición de Arte, Educación Y Descanso, en La Coruña (1943); a los 18 gana el primer premio en la V Exposición de Arte del SEU, en La Coruña y le conceden una beca de ayuda juvenil con la que se irá a estudiar a Madrid. En 1944 realiza su primera exposición individual en el Casino Ferrolano, cuando solamente contaba 18 años. En 1945 se desplaza a Madrid para estudiar pintura. El afán de aprender es enorme y a diario visita el museo del Prado: siente fascinación por Velázquez, admira a Goya al que considera el mejor pintor del mundo, precursor del impresionismo y de la pintura moderna. Pronto tiene que regresar a Ferrol a cumplir el servicio militar. Despues de realizar la instrucción, consigue a través del escritor Camilo José Cela- al que había conocido en las tertulias de la capital- que lo destinen de nuevo a Madrid para así poder continuar sus estudios. Por fin tiene la oportunidad de realizar el examen de ingreso en la Escuela de Bellas Artes, dibuja, a tamaño natural, una figura de una escultura griega de dos metros de altura. Aprueba con el número 2, en un curso de 90 alumnos. En la escuela aprenderá sobre forma y color, técnicas y estilos. En esta época visita el magnífico pintor ferrolano Alvarez de Sotomayor, que se convierte en su protector y maestro, prestándole consejo, y en alguna ocasión ayuda económica. En 1947 se casa con Josefina Pena, con la que sigue felizmente tras casi cuarenta años de matrrimonio. Tienen tres hijas que siguen la senda artística de sus padres: Fina, en publicidad, Lilí en restauración de obras de arte y Merchi en restauración de documentos. Viaja por el norte de Africa, Marruecos y Argelia, donde pinta nuevos temas y otros colores.En 1957 viaja a París donde se empapa de museos y pintores, en el centro mundial de las últimas tendencias artísticas desde el siglo XIX. En 1959 vuelve a Madrid, y allí permanece hasta 1997, año en que regresa a Ferrol, donde monta su nuevo Estudio 46 en el sigue trabajando, con los bríos propios de un joven artista. Finalizando el año 2006, el Ayuntamiento de Ferrol le organiza una Exposición Antológica donde presenta mas de 160 obras que constituye un éxito de crítica y público. Al mismo tiempo le es concedida la insignia de oro de la ciudad, y se urbaniza una plaza frente a su estudio que llevará su nombre, Plaza de José González Collado.

O pintor José González Collado nasceu em Ferrol em 1928.Aos 12 anos entra para a Escola de Artes e Ofícios de Ferrol, a mais antiga deste tipo na Galiza. Estuda na Escola de Aprendizes de Bazán, entrando no departamento de Delineamento e Electricidade dessa Empresa. Em 1942 conhece o já consagrado pintor Felipe Bello Piñero, eleito nesse mesmo ano Académico de Número da Real Academia de Belas-Artes de La Coruña. Aos 17 anos recebe o seu primeiro prémio na Exposição de Arte, Educação e Descanso, em La Coruña (1943); aos 18 anos recebe o primeiro prémio na V Exposição de Arte do SEU, em La Coruña, tendo-lhe sido concedida uma bolsa de estudo de apoio juvenil que lhe permitirá ir estudar para Madrid. Em 1944 realiza a sua primeira exposição individual no Casino Ferrolano, quando contava apenas 18 anos. Em 1945 desloca-se a Madrid para estudar pintura. O afã de aprender é enorme e visita diariamente o Museu do Prado: sente fascínio por Velázquez, admira Goya, que considera o melhor pintor do mundo, precursor do impressionismo e da pintura moderna. Regressa pouco tempo depois ao Ferrol para cumprir o serviço militar. Após a instrução militar, consegue através do escritor Camilo José Cela – que conhecera nas tertúlias da capital – o destacamento para Madrid para assim poder prosseguir os estudos. Por fim tem a oportunidade de realizar o exame de ingresso na Escola de Belas-Artes: desenha, em tamanho natural, uma figura de uma escultura grega de dois metros de altura. É aprovado em segundo lugar num curso de 90 alunos. Na Escola de Belas-Artes adquirirá conhecimentos de forma e cor, técnicas e estilos. Nessa época visita o magnífico pintor ferrolano Alvarez de Sotomayor, que se converte no seu protector e mestre, aconselhando-o e, em algumas ocasiões, prestando apoio económico. Em 1947 casa-se com Josefina Pena, com quem permanece feliz decorridos quase 40 anos de matrimónio. Deste casamento nasceram três filhas que seguem a senda artística dos pais: Fina, em publicidade, Lilí, no restauro de obras de arte e Merchi, no restauro de documentos. Viaja pelo norte de África, Marrocos e Argélia, onde pinta novos temas e cores. Em 1957 viaja a Paris onde se sacia de museus e pintores, naquele que é o centro mundial das últimas tendências artísticas desde o século XIX. Em 1959 regressa a Madrid e aí permanece até 1997, ano em que regressa ao Ferrol, onde monta o seu novo Estúdio 46, em que continua trabalhando com o vigor próprio de um jovem artista. No final de 2006, o Ayuntamiento de Ferrol organiza uma Exposição Antológica em que apresenta mais de 160 obras e que constitui um êxito de crítica e público. Ao mesmo tempo é-lhe concedida a insígnia de ouro da cidade e se urbaniza uma praça em frente ao seu estúdio que leva o seu nome: Praça de José González Collado.

Il pittore José González Collado è nato a Ferrol, nel 1928. Ai 12 anni accede alla Scuola di Arti e Mestieri di Ferrol, la più antica del suo genere in Galizia. Studi presso la Scuola di Apprendisti Bazán, entrando nel dipartimento di progettazione ed elettricitá dell’impresa. Nel 1942 conosce il già notto pittore Felipe Bello Piñero, eletto in quell’anno Accademico di Numero della Reale Accademia di Belle Arti di La Coruña.A 17 anni riceve il suo primo premio al Salone delle Arti, l'istruzione e di Ozio di La Coruña (1943); a 18 anni ha ricevuto il primo premio nell'ambito del Quinto Salone d'Arte di SEU, La Coruña, e ha ottenuto una borsa di studio di sostegno ai giovani che lui permette d’andare a studiare a Madrid.Nel 1944 terrà la sua prima mostra personale nel Casinò Ferrolano, quando conta solo 18 anni. Nel 1945 si trasferisce a Madrid per studiare pittura. Il desiderio di imparare è enorme e ogni giorno visita il Museo del Prado: si sente affascinati da Velázquez e Goya, considerato da lui il miglior pittore del mondo, precursore della pittura moderna e del’impressionismo. Poco tempo dopo ritorna a Ferrol per fare il servizio militare. Dopo l’istruzione militare, attraverso lo scrittore Camilo José Cela - che ha conosciuto negli incontri literari della capitale - riuscii il distacamento a Madrid per proseguire gli studi. Finalmente ha la possibilità di effettuare l'esame per l'ammissione alla Scuola di Belle Arti: disegna, a scala naturale, la figura di una scultura greca di due metri di statura.Ottiene il secondo posto tra 90 studenti. Alla Scuola di Belle Arti acquisce nozioni di forma e colori, tecniche e stili. In quel’época visita il magnifico pittore ferrolano Alvarez de Sotomayor, che diventa il suo protettore e maestro, lui rende i suoiavvertimenti e, in alcuni casi, lui fornisce appoggio economico. Nel 1947 si sposa con Josefina Pena, con chi rimane felice, dopo quasi 40 anni di matrimonio. Da questo matrimonio sono nati tre figlie, che seguono il percorso artistico dei genitori: Bene, nella pubblicità, Lili, nel restauro di opere d'arte e Merch, nel restauro dei documenti. Fa un viaggio al nord d'Africa, Marocco e l'Algeria, dove trova nuovi temi ecolori per i suoi lavori. Nel 1957 viaggia a Parigi, dove si sazia di musei e di pittori, in quel che é considerato il centro mondiale delle ultime tendenze artistiche dal novecento fino addesso. Ritornato a Madrid nel 1959, rimane nella capitale fino al 1997, quando torna a Ferrol, dove installa il sou nuovo Studio 46, dove continua a lavorare con la forza di un giovane artista. Alla fine del 2006, l'Ayuntamiento de Ferrol organizza una mostra antologica presentando oltre 160 opere e che diventa un successo di critica e di pubblico. Allo stesso tempo le viene concesso la medaglia d’oro della città e vede svilupare una piazza di fronte al suo studio chi porta il suo nome: Plaza de José González Collado.

The painter José González Collado was born in Ferrol in 1928. At age 12 he entered the School of Arts and Crafts of Ferrol, the oldest school of Arts and Crafts in Galicia. He studied at the School of Apprentices Bazán, entering the department of design and Electricity of that Company. In 1942 knows the famous painter Felipe Bello Piñero, elected that year Number’s Academic of the Royal Academy of Fine Arts of La Coruña. With 17 years old, he received his first prize in the Exhibition of Arts, Education and Break in La Coruña (1943); at age 18 he received the first prize in the Fifth Exhibition of Art of SEU in La Coruña, and he was granted a scholarship Study of support that will allow him to study in Madrid.In 1944 held his first solo exhibition in Casino Ferrolano, when counting only 18 years old. In 1945 moved to Madrid to painting studies.The eagerness to learn was huge and daily he visited the Prado Museum: he felt fascinated by Velázquez and Goya, this one considered by him the best painter in the world, precursor of impressionism and modern painting. Shortly he returned to Ferrol to military service. After the military instruction, through the writer Camilo José Cela – who’s met in the literary assemblies in Madrid - obtains posting to Madrid to continue his art studies. Finally he had the opportunity to accomplish the entrance examination to the School of Fine Arts: he draw, in natural size, a figure of a Greek sculpture of two meters in height. He was approved as second between 90 students. At Fine Arts School he’d acquire knowledge of form and color, techniques and styles.Then he visit the magnificent painter ferrolano Alvarez de Sotomayor, who becomes his protector and teacher, counseling him and in some cases providing economic support.In 1947 he married with Josefina Pena, with whom he is happy after almost 40 years of marriage. From this marriage were born three daughters who follow the artistic path of her parents: Fina,working in publicity, Lili, in the restoration of artworks and Merch, the restoration of documents. He traveled around North Africa, Morocco and Algeria, where he found new themes and colors to paint. In 1957 traveled to Paris where he satiates of museums and painters, in the world center of the latest artistic tendencies from the nineteenth century.He returned to Madrid in 1959 and remained there until 1997, when he came back to Ferrol, where establishes the new Studio 46, where he continues working with the same force of a young artist. At the final of 2006, the Ayuntamiento de Ferrol organized an anthological exhibition where presented over 160 artworks and it was a critical and public success.On that occasion it was granted to him the city’s gold medal and developed a square in front of his studio that toke his name: Plaza de José González Collado.


Le peintre José González Collado est né à Ferrol en 1928. À l’âge de 12 ans il entre dans l'École des Arts et Métiers de Ferrol, la plus ancienne du genre en Galice. Il étude à l'Ecole des Apprentis Bazán, dans le département de design et d'électricité de la compagnie. En 1942, connaît le peintre consacré Felipe Bello Piñero, élu dans cet’ année Scolaire de Numéro de l'Académie Royale des Beaux-arts de La Coruña. À 17 ans reçoit son premier prix à « l'Exposition des Arts, de l'Éducation et du Repos de La Coruña » (1943); à 18 ans il a reçu le premier prix de la « Cinquième Exposition d'art de SEU », à La Coruña, et a obtenu une bourse d'études de l'appui aux jeunes qui lui permettra d’étudier à Madrid. En 1944, a tenu sa première exposition individuelle au « Casino Ferrolano », lorsqu’il compte seulement 18 ans. En 1945, s'installe à Madrid pour étudier de la peinture. Le désir d'apprendre est immense, et tous les jours il visite le Musée du Prado: il se sent fasciné par Velázquez et Goya, qu’il compte comme le meilleur peintre du monde, précurseur de l'impressionnisme et la peinture moderne. Peu de temps après il retour à Ferrol pour accomplir le service militaire. Après l'instruction militaire, à travers l'écrivain Camilo José Cela – qu’il a connu dans la capitale – il a réussit d’être remplacé à Madrid, où il peut continuer ses études. Il a eut la possibilité de faire l'examen d'admission à l'École des beaux-arts: il dessine, de taille réelle, la figure d’une sculpture grecque, de deux mètres de hauteur. Il a approuvé la deuxième position parmi de 90 étudiants. A l’École des Beaux-arts fera l'acquisition de connaissances des formes et des couleurs, des techniques et des styles. Dans cet’ époque il visite le magnifique peintre ferrolais Alvarez de Sotomayor, qui devient son protecteur et maître, le guidant et dans certains cas, lui apportant un soutien économique. En 1947, il est marié avec Josefina Pena, avec laquelle il reste très heureux, après presque 40 ans de mariage. De ce mariage sont nées trois filles qui suivent la trajectoire artistique de leurs parents: Fine, dans la publicité, Lili, à la restauration des œuvres d'art et Merch, dans la restauration des documents. Il voyage au nord de l'Afrique, le Maroc et l'Algérie, où il trouve des nouvelles thématiques et couleurs pour sa peinture. En 1957, il voyage à Paris où il se peut rassasier des musées et des peintres, dans ce qui est considéré le centre mondial des dernières tendances artistiques dès la dix-neuvième siècle. Retournant à Madrid le 1959 il y restera jusqu'au 1997, quand il est retourné à Ferrol, où il assemble son nouveau Studio 46, où il continue à travailler avec la force d'un jeune artiste. À la fin de 2006, la Mairie de Ferrol organise une exposition anthologique de son œuvre où il présente plus de 160 tableaux et qui est devenu un succès de critique et de public. Dans le même temps, il a reçu la médaille d'or de la ville et a vu développer une place en face de son atelier avec son nom: Plaza de José González Collado.