sábado, 30 de maio de 2015

77. ?? José

“Mulher”
1930
61x47cm

72. Reprodução

Mapa
Reprodução 
40,00€

69.

“Natureza Morta”
Desenho
21x29cm

68. Ramiro Relvas

“Quinta de Meladas”
Desenho
18x28cm
1988

200,00€

Ramiro Relvas nasceu em Paços de Brandão, no dia 4 de Maio de 1924. Faleceu a 7 de Fevereiro de 2005.
O Mestre, como era conhecido, desenhou e pintou a óleo, desde 1940, participando em dezenas de exposições, individuais e colectivas, por todo País.
Em colaboração com o Museu do Papel, esta exposição temporária foi uma iniciativa da associação CIRAC – Círculo de Recreio, Arte e Cultura, de Paços de Brandão que em 1978, criou a primeira Escola de Pintura de Paços de Brandão, na qual Ramiro Relvas foi o Mestre. 

Inaugurada no dia 2 de Julho de 2005, a exposição temporária contou com a presença de familiares, amigos e alunos de Ramiro Relvas.
A memória de Ramiro Relvas foi, simultaneamente, evocada no Café dos Artistas, realizado no museu, com depoimentos dos filhos do pintor, Dr. Samuel Relvas e Dr. Duarte Relvas, e do seu grande amigo, Mestre António Joaquim, que o considerava “um artista livre e não comprometido”.

Através das aguarelas de Ramiro Relvas, o mundo apresenta-se com paisagens viçosas, cheias de colorido e alegria, em suaves e límpidas manchas a que não falta um sopro da mais bela e repousante poesia: paisagens alegres, paisagens aliciantes que são toda uma evocação para os apaixonados nas belezas da natureza.”
Jaime Ferreira, Jornal Comércio do Porto.

67. Ramiro Relvas

Desenho
“Meladas 85”
18x28cm

200,00€

Ramiro Relvas nasceu em Paços de Brandão, no dia 4 de Maio de 1924. Faleceu a 7 de Fevereiro de 2005.
O Mestre, como era conhecido, desenhou e pintou a óleo, desde 1940, participando em dezenas de exposições, individuais e colectivas, por todo País.
Em colaboração com o Museu do Papel, esta exposição temporária foi uma iniciativa da associação CIRAC – Círculo de Recreio, Arte e Cultura, de Paços de Brandão que em 1978, criou a primeira Escola de Pintura de Paços de Brandão, na qual Ramiro Relvas foi o Mestre. 

Inaugurada no dia 2 de Julho de 2005, a exposição temporária contou com a presença de familiares, amigos e alunos de Ramiro Relvas.
A memória de Ramiro Relvas foi, simultaneamente, evocada no Café dos Artistas, realizado no museu, com depoimentos dos filhos do pintor, Dr. Samuel Relvas e Dr. Duarte Relvas, e do seu grande amigo, Mestre António Joaquim, que o considerava “um artista livre e não comprometido”.

Através das aguarelas de Ramiro Relvas, o mundo apresenta-se com paisagens viçosas, cheias de colorido e alegria, em suaves e límpidas manchas a que não falta um sopro da mais bela e repousante poesia: paisagens alegres, paisagens aliciantes que são toda uma evocação para os apaixonados nas belezas da natureza.”
Jaime Ferreira, Jornal Comércio do Porto.

65. Reprodução

Reprodução de gravura

64. Jorge Vilaça

“Abstrato”
Aguarela
39x29 cm

300,00€

Bem – Aventurado Jorge não foi o nome que recebeu na Pia Baptismal.
Bem arrumado numa grande empresa internacional sediada em França, a certa altura teve um rebate interior que o fez mudar de vida. Desde Saulo de Tarso na Estrada de Damasco que estes rebates da alma deixaram de ser originais. Mas o facto de este artista plástico trocar a sua vida bem organizada em França pela aventura de cavaleiro andante das artes e ainda por cima se achar bem aventurado pelos deuses, não pode deixar de causar admiração, sobretudo a quem teima em prosseguir caminhos invocacionados, travado por comodismos, preconceitos ou falta de coragem.
Este auto rebaptizado Bem – Aventurado, veio para Portugal e, nas cercanias de Arganil, espalhou o seu talento por recuperações de velhas obras de arte em monumentos públicos, vindo a fixar-se no Piódão, numa casa onde, após a sua morte, foi instalado o museu da terra.
A sua pintura de cores alegres tem uma leitura agradável. Os motivos dos seus quadros, de génese naif, têm origem em crenças, inspiradas nos contos e lendas que povoam as mentes populares desde tempos imemoriais.
Expôs por grande parte do país, tendo exposto individualmente nesta casa, poucos anos antes de falecer.

63. Jorge Vilaça

“Abstrato VI”
Aguarela
56x37,5 cm

350,00€

Bem – Aventurado Jorge não foi o nome que recebeu na Pia Baptismal.
Bem arrumado numa grande empresa internacional sediada em França, a certa altura teve um rebate interior que o fez mudar de vida. Desde Saulo de Tarso na Estrada de Damasco que estes rebates da alma deixaram de ser originais. Mas o facto de este artista plástico trocar a sua vida bem organizada em França pela aventura de cavaleiro andante das artes e ainda por cima se achar bem aventurado pelos deuses, não pode deixar de causar admiração, sobretudo a quem teima em prosseguir caminhos invocacionados, travado por comodismos, preconceitos ou falta de coragem.
Este auto rebaptizado Bem – Aventurado, veio para Portugal e, nas cercanias de Arganil, espalhou o seu talento por recuperações de velhas obras de arte em monumentos públicos, vindo a fixar-se no Piódão, numa casa onde, após a sua morte, foi instalado o museu da terra.
A sua pintura de cores alegres tem uma leitura agradável. Os motivos dos seus quadros, de génese naif, têm origem em crenças, inspiradas nos contos e lendas que povoam as mentes populares desde tempos imemoriais.
Expôs por grande parte do país, tendo exposto individualmente nesta casa, poucos anos antes de falecer.

62. Jorge Vilaça

“Abstracto III”
Aguarela
37x36 cm

300,00 €


Bem – Aventurado Jorge não foi o nome que recebeu na Pia Baptismal.
Bem arrumado numa grande empresa internacional sediada em França, a certa altura teve um rebate interior que o fez mudar de vida. Desde Saulo de Tarso na Estrada de Damasco que estes rebates da alma deixaram de ser originais. Mas o facto de este artista plástico trocar a sua vida bem organizada em França pela aventura de cavaleiro andante das artes e ainda por cima se achar bem aventurado pelos deuses, não pode deixar de causar admiração, sobretudo a quem teima em prosseguir caminhos invocacionados, travado por comodismos, preconceitos ou falta de coragem.
Este auto rebaptizado Bem – Aventurado, veio para Portugal e, nas cercanias de Arganil, espalhou o seu talento por recuperações de velhas obras de arte em monumentos públicos, vindo a fixar-se no Piódão, numa casa onde, após a sua morte, foi instalado o museu da terra.
A sua pintura de cores alegres tem uma leitura agradável. Os motivos dos seus quadros, de génese naif, têm origem em crenças, inspiradas nos contos e lendas que povoam as mentes populares desde tempos imemoriais.
Expôs por grande parte do país, tendo exposto individualmente nesta casa, poucos anos antes de falecer.

61. Jorge Vilaça

“Abstrato V”
Aguarela
39x29 cm

300,00€

Bem – Aventurado Jorge não foi o nome que recebeu na Pia Baptismal.
Bem arrumado numa grande empresa internacional sediada em França, a certa altura teve um rebate interior que o fez mudar de vida. Desde Saulo de Tarso na Estrada de Damasco que estes rebates da alma deixaram de ser originais. Mas o facto de este artista plástico trocar a sua vida bem organizada em França pela aventura de cavaleiro andante das artes e ainda por cima se achar bem aventurado pelos deuses, não pode deixar de causar admiração, sobretudo a quem teima em prosseguir caminhos invocacionados, travado por comodismos, preconceitos ou falta de coragem.
Este auto rebaptizado Bem – Aventurado, veio para Portugal e, nas cercanias de Arganil, espalhou o seu talento por recuperações de velhas obras de arte em monumentos públicos, vindo a fixar-se no Piódão, numa casa onde, após a sua morte, foi instalado o museu da terra.
A sua pintura de cores alegres tem uma leitura agradável. Os motivos dos seus quadros, de génese naif, têm origem em crenças, inspiradas nos contos e lendas que povoam as mentes populares desde tempos imemoriais.
Expôs por grande parte do país, tendo exposto individualmente nesta casa, poucos anos antes de falecer.

60. Jorge Vilaça

“Abstrato VII”
Aguarela
39x29 cm

300,00€

Bem – Aventurado Jorge não foi o nome que recebeu na Pia Baptismal.
Bem arrumado numa grande empresa internacional sediada em França, a certa altura teve um rebate interior que o fez mudar de vida. Desde Saulo de Tarso na Estrada de Damasco que estes rebates da alma deixaram de ser originais. Mas o facto de este artista plástico trocar a sua vida bem organizada em França pela aventura de cavaleiro andante das artes e ainda por cima se achar bem aventurado pelos deuses, não pode deixar de causar admiração, sobretudo a quem teima em prosseguir caminhos invocacionados, travado por comodismos, preconceitos ou falta de coragem.
Este auto rebaptizado Bem – Aventurado, veio para Portugal e, nas cercanias de Arganil, espalhou o seu talento por recuperações de velhas obras de arte em monumentos públicos, vindo a fixar-se no Piódão, numa casa onde, após a sua morte, foi instalado o museu da terra.
A sua pintura de cores alegres tem uma leitura agradável. Os motivos dos seus quadros, de génese naif, têm origem em crenças, inspiradas nos contos e lendas que povoam as mentes populares desde tempos imemoriais.
Expôs por grande parte do país, tendo exposto individualmente nesta casa, poucos anos antes de falecer.

59. Barceló

Guache 
34,5x19 cm

360,00€

BARCELÓ

Francisco José Perieto Barceló, nascido em 1938. Pintor muito conhecido na cidade do Porto, cuja obra se caracteriza por uma espécie de iluminaria, embora os seus temas se diversificassem por manchas figurativas de raiz cubista.


Expôs, com frequência, em salas de exposição da cidade do Porto, nomeadamente na do Jornal Primeiro de Janeiro

58. Barceló

Guache
20x29 cm

360,00€

BARCELÓ

Francisco José Perieto Barceló, nascido em 1938. Pintor muito conhecido na cidade do Porto, cuja obra se caracteriza por uma espécie de iluminaria, embora os seus temas se diversificassem por manchas figurativas de raiz cubista. 

Expôs, com frequência, em salas de exposição da cidade do Porto, nomeadamente na do Jornal Primeiro de Janeiro

57. Barceló

Guache
29x23 cm

360,00€

BARCELÓ

Francisco José Perieto Barceló, nascido em 1938. Pintor muito conhecido na cidade do Porto, cuja obra se caracteriza por uma espécie de iluminaria, embora os seus temas se diversificassem por manchas figurativas de raiz cubista. 

Expôs, com frequência, em salas de exposição da cidade do Porto, nomeadamente na do Jornal Primeiro de Janeiro

56. Barceló

Guache
32,5x24,5 cm

360,00€

BARCELÓ

Francisco José Perieto Barceló, nascido em 1938. Pintor muito conhecido na cidade do Porto, cuja obra se caracteriza por uma espécie de iluminaria, embora os seus temas se diversificassem por manchas figurativas de raiz cubista. 

Expôs, com frequência, em salas de exposição da cidade do Porto, nomeadamente na do Jornal Primeiro de Janeiro

55. Barceló

Guache
35,5x26 cm

360,00€

BARCELÓ

Francisco José Perieto Barceló, nascido em 1938. Pintor muito conhecido na cidade do Porto, cuja obra se caracteriza por uma espécie de iluminaria, embora os seus temas se diversificassem por manchas figurativas de raiz cubista. 

Expôs, com frequência, em salas de exposição da cidade do Porto, nomeadamente na do Jornal Primeiro de Janeiro

54. Barceló

Guache
33x24 cm

360,00€

BARCELÓ

Francisco José Perieto Barceló, nascido em 1938. Pintor muito conhecido na cidade do Porto, cuja obra se caracteriza por uma espécie de iluminaria, embora os seus temas se diversificassem por manchas figurativas de raiz cubista. 

Expôs, com frequência, em salas de exposição da cidade do Porto, nomeadamente na do Jornal Primeiro de Janeiro

53. Barceló

“Mulher Cinza”
Guache
13,5x24 cm

360,00€


BARCELÓ

Francisco José Perieto Barceló, nascido em 1938. Pintor muito conhecido na cidade do Porto, cuja obra se caracteriza por uma espécie de iluminaria, embora os seus temas se diversificassem por manchas figurativas de raiz cubista. 

Expôs, com frequência, em salas de exposição da cidade do Porto, nomeadamente na do Jornal Primeiro de Janeiro

52. Jorge Vilaça

“Abstracto I”
Aguarela
22,5x16 cm

250,00€

Bem – Aventurado Jorge não foi o nome que recebeu na Pia Baptismal.
Bem arrumado numa grande empresa internacional sediada em França, a certa altura teve um rebate interior que o fez mudar de vida. Desde Saulo de Tarso na Estrada de Damasco que estes rebates da alma deixaram de ser originais. Mas o facto de este artista plástico trocar a sua vida bem organizada em França pela aventura de cavaleiro andante das artes e ainda por cima se achar bem aventurado pelos deuses, não pode deixar de causar admiração, sobretudo a quem teima em prosseguir caminhos invocacionados, travado por comodismos, preconceitos ou falta de coragem.
Este auto rebaptizado Bem – Aventurado, veio para Portugal e, nas cercanias de Arganil, espalhou o seu talento por recuperações de velhas obras de arte em monumentos públicos, vindo a fixar-se no Piódão, numa casa onde, após a sua morte, foi instalado o museu da terra.
A sua pintura de cores alegres tem uma leitura agradável. Os motivos dos seus quadros, de génese naif, têm origem em crenças, inspiradas nos contos e lendas que povoam as mentes populares desde tempos imemoriais.
Expôs por grande parte do país, tendo exposto individualmente nesta casa, poucos anos antes de falecer.

51. Juan Cidrás

Serigrafia
50x37cm

1.000,00€

sexta-feira, 29 de maio de 2015

50. Joaquim Durão

“Senhora à Varanda”
Aguarela
31x41 cm

450,00€


Com uma mente aberta à realidade que o rodeia, a pintura de Joaquim Durão tem uma característica que logo salta à vista. As pontes geometricamente construídas, as sombras retratadas no local exacto e o casario minucioso são elucidativas que o factor pormenor tem lugar cativo na obra do pintor. "Quando queremos fazer um quadro temos de o retratar convenientemente. Fascina-me criar beleza através da Natureza, onde todos os elementos fazem falta. Todos mesmo!" Na pintura, todavia, nem todos os rabiscos devem ser considerados arte. Ou deveriam, conforme também testemunhou Joaquim Durão, dando conta do facilitismo que muitas vezes verificamos naquilo que supostamente é classificado como arte. "A pintura abstracta é muitas vezes a forma que os artistas utilizam para fugirem às dificuldades, aos pormenores. A maior parte dos novos artistas não tem formação em desenho", frisa Joaquim Durão, homem que sempre nutriu paixão pela pintura desde "a infância. Lembro-me que o meu primeiro desenho foi uma cara numa caixa de sapatos."

De uma caixa de sapatos, veio o mundo, um novo universo pintado a todas as cores, muito por boa culpa de um amigo. "Alfredo Martins foi a pessoa que mais me influenciou para eu ser pintor" Agora a tempo inteiro, a vida de Joaquim Durão foi também dedicada às artes gráficas, nomeadamente na reprodução de obras de arte e tratamento de fotolitos. Hoje, a casa de Joaquim é um verdadeiro museu, com todas as salas a possuírem obras sem fim. "São cerca de 3 mil", testemunha ressalvando que em todos eles descobriu algo de especial. "Sou versátil pois trabalho com vários tipos de materiais. Contudo, costumam dizer que o meu trabalho de maior qualidade está nos trabalhos de pequeno formato". Aí, dizem os especialistas, é que o talento de Joaquim Durão vem à superfície, ele que produz desenhos com uma facilidade incrível. "Por vezes aproveito os meus trabalhos de pequeno formato para depois fazer quadros de grande envergadura."

E por falar em talento...sabemos que a questão é repetida vezes sem conta mas o que é facto é que a sua pertinência se mantém. Arte, talento, consequência de muito trabalho ou mesmo uma mescla das duas características? "Podemos cultivar os nossos conhecimentos sobre pintura e julgo que qualquer pessoa tem a capacidade de pintar. É claro que há aqueles que são mais capazes e há mesmo pintores especialmente dotados, como Picasso que foi um génio." No leque de referências há lugar também para outros artistas. Durão falou de António Macedo, Marques de Oliveira, Henrique Pousão, António Ramalho e, a nível internacional, um louvor especial para o trabalho de Sir John William Waterhouse. Apreciador de música clássica, que ouve muitas vezes enquanto pinta, Joaquim lembra toda a pintura de final do século XIX, em especial o impressionismo, período no qual se "fazia um disfarce de um retratamento muito real das coisas, subtraindo ou acrescentando detalhes por forma a construir, muitas vezes, um novo significado. É preciso ver que a invenção da fotografia revolucionou o mundo da pintura." 

Novas visões surgiram mas o que é certo é que a palavra qualidade mantém o seu significado. E para Joaquim Durão é sinónimo de trabalho, devoção, atenção ao ínfimo numa tranquilidade vista em cada pincelada. "Como diria Van Gogh uma boa pintura deve ser vista ao perto e ao longe. Procuro mostrar o belo da Natureza", conclui.

Gil Nunes

49. Mário Silva

“Mulher”
Acrílico s/ tela
70,5x50cm

1.000,00€


MÁRIO SILVA
Nasceu em Bencanta-Coimbra em 1930 onde realizou os seus estudos na Universidade .Fundou, com outros artistas, o Círculo de Artes Plásticas, de Ballet e a Secção de Jazz da Associação Académica de Coimbra(58).É membro efectivo da Academia de Arte« Os 500 de Roma» é Académico Honorário da Secretaria Académica de Roma e faz parte da Academia Internacional de Basileia – Burcknardt-Suiça. Foi distinguido com inúmeros prémios, entre os quais são de destacar:Medalha de bronze no Salão Antoniano- Estoril(66),1º Prémio de Escultura Valbruna em Gabrice- Mar Itália, Medalha de Ouro na Volta d)Arte da Lombardia- Itália ( 75), 1º Prémio para a Paz no Mundo da Fundação para Poetas, Escritores, Pintores e Jornalistas(79), Prémio Internacional da Paz- Itália(83) e 1º Prémio de Siena- Itália (84).
Participou em diversos colóquios internacionais de Arte e está representado com obras em colecções públicas e privadas em Portugal e no Estrangeiro. Expôs pela primeira vez no Salão Nicola em Coinbra em 1957. Entre as numerosas exposições individuais que realizou contam-se: Sveriges Radio- Estocolmo(61) Kunstzaal Vleger- Amsterdão-(63), Palácio Foz- Lisboa(71),Museu de Angola(73),BanK Von Ernst- Berna(75), Casa de Portugal- PÇaris, Galeria Sesimbra e – Iberlivro Lisboa (77), Galerias a Grade- Aveiro e Coronge- Genebra (78),Galeria Ditec- Lisboa( 85), Hoteis Marinahotel, Vila Moura e Meridien- Lisboa(89), Galerias Sandeman- Porto e A Grade-Aveiro (90), entre inúmeras outras. Colectivamente participou na I Exposição de Arte Moderna- Portalegre(70),Ultrech- Países Baixos(64), Bruxelas- Bélgica e Houston- EUA(68),1ª Bienal Internacional de Pintura Contemporânea de Florença- Itália(69),Galeria Kunst Giebel- Wesel-Suiça(76),Galeria Sfumato- Figueira da Foz(87),Settimana di Lisbona-Roma- Itália(88),Casino Estoril(90), Pintores da Região Centro em Sevilha e Lisboa(90) entre várias outras.

48. Mário Emílio

Guache
20x21 cm

470,00€

47. Henrique Tavares

“Paisagem Abstracta”
Aguarela
48x32 cm

500,00 €


Tinha um ar de tal modo envolvente que ao primeiro aperto de mão era como se já fôssemos companheiros de qualquer coisa desde há muito tempo. Mostrava-nos a meia dúzia de quadros novos que trazia debaixo do braço, desafiando-nos a declarar se não eram obras primas, fruto de inspirações inimaginadas.
Nunca conseguíamos deixar de comprar uma ou duas das obras a que conseguíamos encontrar sempre novos encantos. Parte das obras víamo-las, ao fim da tarde, num dos cafés mais frequentados da cidade, leiloados a pataco, porque o autor não regressava a cada com nenhuma delas.
Depois Henriques Tavares desaparecia por uns tempos. Ia para casa pintar. Depois ia até Coimbra vender pelos escritórios e cafés. E a Lisboa. Só depois voltava ao Porto, de escritório em escitório peregrinando sempre pelos mesmos sítios, com o mesmo convencimento de sempre, a festejar as musas tão generosas. Quantas colecções ficaram por aqui, em escritórios de advogados, consultórios médicos, secretarias notariais...
Até que sem que ninguém desse por isso deixou de aparecer. Volta e meia alguém ainda se lembra: «Aquele pintor que aparecia por aí...»

46. Henrique Tavares

“Mulher de Cabelo Vermelho”
Aguarela
48x32 cm

500,00 €


Tinha um ar de tal modo envolvente que ao primeiro aperto de mão era como se já fôssemos companheiros de qualquer coisa desde há muito tempo. Mostrava-nos a meia dúzia de quadros novos que trazia debaixo do braço, desafiando-nos a declarar se não eram obras primas, fruto de inspirações inimaginadas.
Nunca conseguíamos deixar de comprar uma ou duas das obras a que conseguíamos encontrar sempre novos encantos. Parte das obras víamo-las, ao fim da tarde, num dos cafés mais frequentados da cidade, leiloados a pataco, porque o autor não regressava a cada com nenhuma delas.
Depois Henriques Tavares desaparecia por uns tempos. Ia para casa pintar. Depois ia até Coimbra vender pelos escritórios e cafés. E a Lisboa. Só depois voltava ao Porto, de escritório em escitório peregrinando sempre pelos mesmos sítios, com o mesmo convencimento de sempre, a festejar as musas tão generosas. Quantas colecções ficaram por aqui, em escritórios de advogados, consultórios médicos, secretarias notariais...
Até que sem que ninguém desse por isso deixou de aparecer. Volta e meia alguém ainda se lembra: «Aquele pintor que aparecia por aí...»

45. Henrique Tavares

“Mulher Verde”
Aguarela
48x32 cm

500,00 €


Tinha um ar de tal modo envolvente que ao primeiro aperto de mão era como se já fôssemos companheiros de qualquer coisa desde há muito tempo. Mostrava-nos a meia dúzia de quadros novos que trazia debaixo do braço, desafiando-nos a declarar se não eram obras primas, fruto de inspirações inimaginadas.
Nunca conseguíamos deixar de comprar uma ou duas das obras a que conseguíamos encontrar sempre novos encantos. Parte das obras víamo-las, ao fim da tarde, num dos cafés mais frequentados da cidade, leiloados a pataco, porque o autor não regressava a cada com nenhuma delas.
Depois Henriques Tavares desaparecia por uns tempos. Ia para casa pintar. Depois ia até Coimbra vender pelos escritórios e cafés. E a Lisboa. Só depois voltava ao Porto, de escritório em escitório peregrinando sempre pelos mesmos sítios, com o mesmo convencimento de sempre, a festejar as musas tão generosas. Quantas colecções ficaram por aqui, em escritórios de advogados, consultórios médicos, secretarias notariais...
Até que sem que ninguém desse por isso deixou de aparecer. Volta e meia alguém ainda se lembra: «Aquele pintor que aparecia por aí...»

44. Maria Caldas

“Terreiro do Paço”
Aguarela
48x34 cm

260,00 €

MARIA CALDAS
Nasceu nas Caldas da Raínha em 1955.Fez o curso de António Arroio.
Foi directora artística da Galeria de Arte da Cervejaria da Trindade(92-95), do Espaço d)Arte Solar de Carnide - Lisboa - e iniciou o projecto Novo Espaço d)Arte Lartela- Lisboa(1995)
Exposições colectivas: CASM- Miratejo(1987), Galeria Restauração - Lisboa(1988),«Porta Aberta à Cultura»- Turismo de Leiria, Universidade Católica - Porto,13+6- cervejaria da Trindade - Lisboa, «Alguma Pintura no Feminino»- B. G. Arte – Viseu, 1ª Feira de Artes – Batalha,1ª Salão de Pequeno Formato- APPL- Lisboa( 1992), Dia Mundial do Enfermeiro- Santa Casa de Misericórdia- Lisboa, Festas de Lisboa- Cervejaria da Trindade- Lisboa, Espaço d) Arte- Solar de Carnide, Galeria Lóios- Porto, 2º Salão de Pequeno Formato- APPPL- Lisboa,e Pequeno Formato- Solar de carnide(1993),
3ª Bienal de Artes do Sabugal, e 2ª internacional de Ciudade Rodrigo, 1ª Exposição Internacional de Artes Plásticas- Vendas – Novas, Novo Espaço d) Arte Lartela- Lisboa,« Da Forma e da Cor à Música»- vendas Novas( 1995),Altis ParK Hotel,- lisboa,Galeria Maria Pia- Lisboa(1996).
Exposições individuais:Galeria Restauração- Lisboa(1987), Caravela d) Ouro- Algés,(1990). Cozinha dos Lóios – Porto, (1991), Galeria Lenamar- Porto, Bar Pub- A Taverna- Porto,(1992),Espaço d)Arte Solar de Carnide(1993),Galeria de Arte da Cervejaria da Trindade- Lisboa, Galeria Municipal de Arruda dos Vinhos(1996).
Outros tralalhos: Painel acrílico em baixo relevo(450x300)Bar/Pub Assimetricus- Lisboa(1987),Painéis em latão cinzelado- Cotton Club- Lisboa(1988), Pinturas Murais Pub Joke Club- Lisboa, Estatuária Desportiva«Tutti- taças»- Caldas da Raínha(1989), Pinturas murais exteriores- Caravela d) Ouro- Algés(1990),Pinturas murais interiores e exteriores- Restaurante Bar Solar de Carnide- Lisboa.

43. Ramiro Relvas

“Estremoz”
Aguarela
23x18cm

350,00€

Ramiro Relvas nasceu em Paços de Brandão, no dia 4 de Maio de 1924. Faleceu a 7 de Fevereiro de 2005.
O Mestre, como era conhecido, desenhou e pintou a óleo, desde 1940, participando em dezenas de exposições, individuais e colectivas, por todo País.
Em colaboração com o Museu do Papel, esta exposição temporária foi uma iniciativa da associação CIRAC – Círculo de Recreio, Arte e Cultura, de Paços de Brandão que em 1978, criou a primeira Escola de Pintura de Paços de Brandão, na qual Ramiro Relvas foi o Mestre. 

Inaugurada no dia 2 de Julho de 2005, a exposição temporária contou com a presença de familiares, amigos e alunos de Ramiro Relvas.
A memória de Ramiro Relvas foi, simultaneamente, evocada no Café dos Artistas, realizado no museu, com depoimentos dos filhos do pintor, Dr. Samuel Relvas e Dr. Duarte Relvas, e do seu grande amigo, Mestre António Joaquim, que o considerava “um artista livre e não comprometido”.

Através das aguarelas de Ramiro Relvas, o mundo apresenta-se com paisagens viçosas, cheias de colorido e alegria, em suaves e límpidas manchas a que não falta um sopro da mais bela e repousante poesia: paisagens alegres, paisagens aliciantes que são toda uma evocação para os apaixonados nas belezas da natureza.”
Jaime Ferreira, Jornal Comércio do Porto.

42. Maria Caldas

 “Casa dos Bicos”
Aguarela
28,5x43,5 cm

300,00€


MARIA CALDAS
Nasceu nas Caldas da Raínha em 1955.Fez o curso de António Arroio.
Foi directora artística da Galeria de Arte da Cervejaria da Trindade(92-95), do Espaço d)Arte Solar de Carnide - Lisboa - e iniciou o projecto Novo Espaço d)Arte Lartela- Lisboa(1995)
Exposições colectivas: CASM- Miratejo(1987), Galeria Restauração - Lisboa(1988),«Porta Aberta à Cultura»- Turismo de Leiria, Universidade Católica - Porto,13+6- cervejaria da Trindade - Lisboa, «Alguma Pintura no Feminino»- B. G. Arte – Viseu, 1ª Feira de Artes – Batalha,1ª Salão de Pequeno Formato- APPL- Lisboa( 1992), Dia Mundial do Enfermeiro- Santa Casa de Misericórdia- Lisboa, Festas de Lisboa- Cervejaria da Trindade- Lisboa, Espaço d) Arte- Solar de Carnide, Galeria Lóios- Porto, 2º Salão de Pequeno Formato- APPPL- Lisboa,e Pequeno Formato- Solar de carnide(1993),
3ª Bienal de Artes do Sabugal, e 2ª internacional de Ciudade Rodrigo, 1ª Exposição Internacional de Artes Plásticas- Vendas – Novas, Novo Espaço d) Arte Lartela- Lisboa,« Da Forma e da Cor à Música»- vendas Novas( 1995),Altis ParK Hotel,- lisboa,Galeria Maria Pia- Lisboa(1996).
Exposições individuais:Galeria Restauração- Lisboa(1987), Caravela d) Ouro- Algés,(1990). Cozinha dos Lóios – Porto, (1991), Galeria Lenamar- Porto, Bar Pub- A Taverna- Porto,(1992),Espaço d)Arte Solar de Carnide(1993),Galeria de Arte da Cervejaria da Trindade- Lisboa, Galeria Municipal de Arruda dos Vinhos(1996).
Outros tralalhos: Painel acrílico em baixo relevo(450x300)Bar/Pub Assimetricus- Lisboa(1987),Painéis em latão cinzelado- Cotton Club- Lisboa(1988), Pinturas Murais Pub Joke Club- Lisboa, Estatuária Desportiva«Tutti- taças»- Caldas da Raínha(1989), Pinturas murais exteriores- Caravela d) Ouro- Algés(1990),Pinturas murais interiores e exteriores- Restaurante Bar Solar de Carnide- Lisboa.

41. Maria Caldas

Aguarela
26x37cm

250,00€


MARIA CALDAS
Nasceu nas Caldas da Raínha em 1955.Fez o curso de António Arroio.
Foi directora artística da Galeria de Arte da Cervejaria da Trindade(92-95), do Espaço d)Arte Solar de Carnide - Lisboa - e iniciou o projecto Novo Espaço d)Arte Lartela- Lisboa(1995)
Exposições colectivas: CASM- Miratejo(1987), Galeria Restauração - Lisboa(1988),«Porta Aberta à Cultura»- Turismo de Leiria, Universidade Católica - Porto,13+6- cervejaria da Trindade - Lisboa, «Alguma Pintura no Feminino»- B. G. Arte – Viseu, 1ª Feira de Artes – Batalha,1ª Salão de Pequeno Formato- APPL- Lisboa( 1992), Dia Mundial do Enfermeiro- Santa Casa de Misericórdia- Lisboa, Festas de Lisboa- Cervejaria da Trindade- Lisboa, Espaço d) Arte- Solar de Carnide, Galeria Lóios- Porto, 2º Salão de Pequeno Formato- APPPL- Lisboa,e Pequeno Formato- Solar de carnide(1993),
3ª Bienal de Artes do Sabugal, e 2ª internacional de Ciudade Rodrigo, 1ª Exposição Internacional de Artes Plásticas- Vendas – Novas, Novo Espaço d) Arte Lartela- Lisboa,« Da Forma e da Cor à Música»- vendas Novas( 1995),Altis ParK Hotel,- lisboa,Galeria Maria Pia- Lisboa(1996).
Exposições individuais:Galeria Restauração- Lisboa(1987), Caravela d) Ouro- Algés,(1990). Cozinha dos Lóios – Porto, (1991), Galeria Lenamar- Porto, Bar Pub- A Taverna- Porto,(1992),Espaço d)Arte Solar de Carnide(1993),Galeria de Arte da Cervejaria da Trindade- Lisboa, Galeria Municipal de Arruda dos Vinhos(1996).
Outros tralalhos: Painel acrílico em baixo relevo(450x300)Bar/Pub Assimetricus- Lisboa(1987),Painéis em latão cinzelado- Cotton Club- Lisboa(1988), Pinturas Murais Pub Joke Club- Lisboa, Estatuária Desportiva«Tutti- taças»- Caldas da Raínha(1989), Pinturas murais exteriores- Caravela d) Ouro- Algés(1990),Pinturas murais interiores e exteriores- Restaurante Bar Solar de Carnide- Lisboa.

40. Carlos Alberto Santos

“Barcos I”
Aguarela
34x22 cm

800,00 €



Carlos Alberto Santos nasceu em Lisboa em 1933. É autor de uma colecção de selos do correio sobre os descobrimentos. Foi distinguido com prémio de mérito na Port'Arte-Portimão (1991). Está representado nas câmaras Municipais de Faro e Porto de Mós, nos museus de Ovar, militar-Porto, Marinha-Lisboa, Arqueológico-Faro, Maria da Fontinha-Castro d'Aire e das câmaras municipais de Santo Tirso e Sintra.Entre as exposições individuais realizadas destacam-se as de S.N.B.A. (70, 87 e 91), O Primeiro de Janeiro - Porto (82 e 84), Capitel-Leiria (85, 87 e 91)Inter-atrium e Loios - Porto (1990)

-º-º-º-º-º-

Carlos Alberto Santos (pintor)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
O pintor Carlos Alberto Santos nasceu em 1933 em Lisboa.
Ao longo da sua carreira, tem-se dedicado, sobretudo, aos temas da história e da cultura portuguesa.
Carlos Alberto começou como ilustrador em 1947, no atelier de publicidade de José David, e trabalhou em empresas como a Fotogravura Nacional e a Agência Portuguesa de Revistas, para a qual foi convidado, tinha então 17 anos, para fazer a ilustração de cromos para o livro «História de Portugal», que se tornou na colecção de maior sucesso no país. Dado o sucesso da colecção, foi reeditada mais de vinte vezes, percorrendo as gerações de jovens das décadas de 50, 60 e 70, que ainda hoje guardam memórias dos famosos cromos da história de Portugal.
Ainda no exercício da sua actividade de ilustrador, na Agência Portuguesa de Revistas, publicou mais cinco colecções de cromos: «Trajos Típicos de Todo o Mundo» (1958); «História de Lisboa» (1960); «Camões» (1966) – que é a figura da história de Portugal que o pintor mais admira; «Romeu e Julieta» (1969); e «Pedro Álvares Cabral» (1972). Duas outras colecções (Os «Três Mosqueteiros» e «Robin dos Bosques») foram completadas mas não chegaram a ser editadas.
O seu último projecto na área do cromo tratava-se de um álbum sobre «Os Lusíadas», de Luís de Camões. Essa colecção, completa, teria cerca de 300 cromos, tendo sido ilustradas as estâncias 1 até à 44 do Canto I, através de vinte guaches, dos quais dezoito ainda existem.
Através da arte do cromo, na qual trabalhou durante 20 anos, Carlos Alberto conseguiu o reconhecimento de várias gerações de jovens portugueses, mas é enquanto pintor de temas da história de Portugal que é actualmente reconhecido.
Enquanto colaborador da editora "Amigos do Livro", Lisboa, no período de 1979/87, e em colaboração estreita com o Autor dos textos, Raul Correia, ilustrou, entre outras, as obras/colecções seguintes: "A Vida de Jesus" (uma das únicas obras da edição mundial, com ilustrações criadas expressamente), "Quadros da História de Portugal", "As Histórias do Avozinho", "Histórias de Todo o Mundo Contadas às Crianças", "Lendas Portuguesas". A tiragem global foi superior a 300 000 exemplares, o que ilustra o bom acolhimento que as obras mereceram.
Até à data expôs os seus trabalhos em 44 exposições individuais e 50 colectivas, em Portugal e no estrangeiro, em locais como a Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa; o Faculty Club of the MIT, em Boston; a Biblioteca Casa da Saudade, em New Bedford; a Biblioteca Pública de Cambridge, entre outros. Está ainda representado em exposições particulares do mundo inteiro. O livro «História», terceiro volume da colecção «Ser Português», inclui uma compilação de diversas pinturas de Carlos Alberto sobre os temas d’ «O Mar» e d’ «O Pensamento Português». Nessa obra estão retratados episódios da história nacional e universal, desde a Idade Média até aos princípios do século XIX, sendo que as reproduções de algumas das pinturas são acompanhadas por uma pequena legenda explicativa.
Em Portugal, algumas telas do pintor podem ser vistas no Museu Militar da cidade do Porto.
Curiosidade: o professor José Hermano Saraiva recorre muitas vezes, no seu programa «A Alma e a Gente», às telas de Carlos Alberto, para ilustrar determinadas personalidades e episódios da história de Portugal.

39.Margarida Santos

“Mulher”
33x25 cm

1.200,00€

38. Carlos Alberto Santos

“Guerreiro”
Aguarela
34x22cm

800,00€


Carlos Alberto Santos nasceu em Lisboa em 1933. É autor de uma colecção de selos do correio sobre os descobrimentos. Foi distinguido com prémio de mérito na Port'Arte-Portimão (1991). Está representado nas câmaras Municipais de Faro e Porto de Mós, nos museus de Ovar, militar-Porto, Marinha-Lisboa, Arqueológico-Faro, Maria da Fontinha-Castro d'Aire e das câmaras municipais de Santo Tirso e Sintra.Entre as exposições individuais realizadas destacam-se as de S.N.B.A. (70, 87 e 91), O Primeiro de Janeiro - Porto (82 e 84), Capitel-Leiria (85, 87 e 91)Inter-atrium e Loios - Porto (1990)

-º-º-º-º-º-

Carlos Alberto Santos (pintor)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
O pintor Carlos Alberto Santos nasceu em 1933 em Lisboa.
Ao longo da sua carreira, tem-se dedicado, sobretudo, aos temas da história e da cultura portuguesa.
Carlos Alberto começou como ilustrador em 1947, no atelier de publicidade de José David, e trabalhou em empresas como a Fotogravura Nacional e a Agência Portuguesa de Revistas, para a qual foi convidado, tinha então 17 anos, para fazer a ilustração de cromos para o livro «História de Portugal», que se tornou na colecção de maior sucesso no país. Dado o sucesso da colecção, foi reeditada mais de vinte vezes, percorrendo as gerações de jovens das décadas de 50, 60 e 70, que ainda hoje guardam memórias dos famosos cromos da história de Portugal.
Ainda no exercício da sua actividade de ilustrador, na Agência Portuguesa de Revistas, publicou mais cinco colecções de cromos: «Trajos Típicos de Todo o Mundo» (1958); «História de Lisboa» (1960); «Camões» (1966) – que é a figura da história de Portugal que o pintor mais admira; «Romeu e Julieta» (1969); e «Pedro Álvares Cabral» (1972). Duas outras colecções (Os «Três Mosqueteiros» e «Robin dos Bosques») foram completadas mas não chegaram a ser editadas.
O seu último projecto na área do cromo tratava-se de um álbum sobre «Os Lusíadas», de Luís de Camões. Essa colecção, completa, teria cerca de 300 cromos, tendo sido ilustradas as estâncias 1 até à 44 do Canto I, através de vinte guaches, dos quais dezoito ainda existem.
Através da arte do cromo, na qual trabalhou durante 20 anos, Carlos Alberto conseguiu o reconhecimento de várias gerações de jovens portugueses, mas é enquanto pintor de temas da história de Portugal que é actualmente reconhecido.
Enquanto colaborador da editora "Amigos do Livro", Lisboa, no período de 1979/87, e em colaboração estreita com o Autor dos textos, Raul Correia, ilustrou, entre outras, as obras/colecções seguintes: "A Vida de Jesus" (uma das únicas obras da edição mundial, com ilustrações criadas expressamente), "Quadros da História de Portugal", "As Histórias do Avozinho", "Histórias de Todo o Mundo Contadas às Crianças", "Lendas Portuguesas". A tiragem global foi superior a 300 000 exemplares, o que ilustra o bom acolhimento que as obras mereceram.
Até à data expôs os seus trabalhos em 44 exposições individuais e 50 colectivas, em Portugal e no estrangeiro, em locais como a Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa; o Faculty Club of the MIT, em Boston; a Biblioteca Casa da Saudade, em New Bedford; a Biblioteca Pública de Cambridge, entre outros. Está ainda representado em exposições particulares do mundo inteiro. O livro «História», terceiro volume da colecção «Ser Português», inclui uma compilação de diversas pinturas de Carlos Alberto sobre os temas d’ «O Mar» e d’ «O Pensamento Português». Nessa obra estão retratados episódios da história nacional e universal, desde a Idade Média até aos princípios do século XIX, sendo que as reproduções de algumas das pinturas são acompanhadas por uma pequena legenda explicativa.
Em Portugal, algumas telas do pintor podem ser vistas no Museu Militar da cidade do Porto.
Curiosidade: o professor José Hermano Saraiva recorre muitas vezes, no seu programa «A Alma e a Gente», às telas de Carlos Alberto, para ilustrar determinadas personalidades e episódios dsdsdwa história de Portugal.

37. Antónia

Serigrafia 13/100
1991
20x16cm

100,00€

36. Xavier

Serigrafia 75/150
1990
19,5x17cm

100,00€

35. Xavier

Serigrafia 84/120
1991
28x20cm

100,00€

34. Xavier

Serigrafia 44/150
1990
18x13cm

100,00€

33. Xavier

Serigrafia 118/120
1991
27x20cm

100,00€

32. Chucho

“Paisagem Verde”
Aguarela
30x37,5cm

125,00€

31. Chucho

“Paisagem”
Aguarela
29x21cm

90,00€

quinta-feira, 28 de maio de 2015

30. Chucho

“Paisagem com Rio”
Aguarela
20x14cm

80,00€

29. Chucho

“Rua”
Aguarela
17x25cm

80,00€

28. Chucho

“Paisagem Urbana”
Aguarela
29x21cm

90,00€

27. Chucho

“Marina”
Aguarela
20x27,5cm

70,00€

26. Chucho

“Barco”
Aguarela
20x15cm

80,00€

25. Chucho

“Mulher”
Aguarela
14x9cm

60,00€

24. Chucho

“Paisagem”
Aguarela
17,5x11,5cm

80,00€

23. Maria Caldas

“Pelourinho”
Aguarela
16,5x23 cm

150,00€

Nasceu nas Caldas da Raínha em 1955.Fez o curso de António Arroio.
Foi directora artística da Galeria de Arte da Cervejaria da Trindade(92-95), do Espaço d)Arte Solar de Carnide - Lisboa - e iniciou o projecto Novo Espaço d)Arte Lartela- Lisboa(1995)
Exposições colectivas: CASM- Miratejo(1987), Galeria Restauração - Lisboa(1988),«Porta Aberta à Cultura»- Turismo de Leiria, Universidade Católica - Porto,13+6- cervejaria da Trindade - Lisboa, «Alguma Pintura no Feminino»- B. G. Arte – Viseu, 1ª Feira de Artes – Batalha,1ª Salão de Pequeno Formato- APPL- Lisboa( 1992), Dia Mundial do Enfermeiro- Santa Casa de Misericórdia- Lisboa, Festas de Lisboa- Cervejaria da Trindade- Lisboa, Espaço d) Arte- Solar de Carnide, Galeria Lóios- Porto, 2º Salão de Pequeno Formato- APPPL- Lisboa,e Pequeno Formato- Solar de carnide(1993),
3ª Bienal de Artes do Sabugal, e 2ª internacional de Ciudade Rodrigo, 1ª Exposição Internacional de Artes Plásticas- Vendas – Novas, Novo Espaço d) Arte Lartela- Lisboa,« Da Forma e da Cor à Música»- vendas Novas( 1995),Altis ParK Hotel,- lisboa,Galeria Maria Pia- Lisboa(1996).
Exposições individuais:Galeria Restauração- Lisboa(1987), Caravela d) Ouro- Algés,(1990). Cozinha dos Lóios – Porto, (1991), Galeria Lenamar- Porto, Bar Pub- A Taverna- Porto,(1992),Espaço d)Arte Solar de Carnide(1993),Galeria de Arte da Cervejaria da Trindade- Lisboa, Galeria Municipal de Arruda dos Vinhos(1996).
Outros tralalhos: Painel acrílico em baixo relevo(450x300)Bar/Pub Assimetricus- Lisboa(1987),Painéis em latão cinzelado- Cotton Club- Lisboa(1988), Pinturas Murais Pub Joke Club- Lisboa, Estatuária Desportiva«Tutti- taças»- Caldas da Raínha(1989), Pinturas murais exteriores- Caravela d) Ouro- Algés(1990),Pinturas murais interiores e exteriores- Restaurante Bar Solar de Carnide- Lisboa.

22. Luís Soares

23x17cm

Nasce a 22 de Agosto de 1952 em Lourenço Marques, (hoje Maputo) Moçambique. 
Descendente de colonos, desde muito cedo bebe a mistura branca, negra e asiática característica do Moçambique de então. Essas vivências culturais e estéticas marcaram profundamente a sua vida artística.
Em 1959 vem pela primeira vez à Europa, visitando a Espanha (Sevilha) e Portugal.
Regressa a Moçambique via Gibraltar, Egipto, Mar Vermelho, Mombaça, Zanzibar, Dar-es-Salaam e Lourenço Marques, em 1960.
Autodidacta, desde muito novo se dedica ao desenho, pastel, aguarela e guache.  Tem como professor no liceu o artista António Heleno, que o entusiasma definitivamente pelo  desenho, tirando a nota anual de 19.
Em 1966 volta a Portugal via Cabo, Moçâmedes, Lobito, Luanda e Las Palmas. Fixa-se em Lisboa, com seus pais e irmão, e ingressa no Colégio Vasco da Gama, em Sintra.
Visita a Inglaterra, Escócia, Marrocos, e regressa a Moçambique.
Frequenta cursos de desenho na Escola de Desenho e Pintura do Núcleo de Arte de Lço. Marques, e aí executa os seus primeiros trabalhos a óleo. 
Expõe obras suas, psicadélicas, na Bússola - Lourenço Marques - Moçambique.
Em 1969 dá a sua primeira entrevista a um jornal, o "Notícias" de Lourenço Marques, sobre o tema "Existencialismo". 
Ingressa, como aluno, no Colégio Nun'Alvares de Tomar - Portugal. Aí executa grandes painéis alegóricos e placas comemorativas para figurarem na festa dos tabuleiros. Faz a medalha e placa dos finalistas e colabora no jornal destes, onde vê, pela primeira vez, trabalhos seus publicados. Decora montras em lojas de Tomar.
Em 1971 regressa a Moçambique e começa a trabalhar como praticante de despachante e mais tarde como ajudante de despachante oficial. 
Estuda à noite.
Em 1974 executa as primeiras encomendas de murais para casas particulares e faz a sua primeira grande exposição na “Casa Amarela”, com o apoio da Câmara Municipal de Lourenço Marques. Expõe no Centro Cultural da Beira, com o apoio do Jornal "Notícias da Beira" e Direcção Geral de Turismo. Aí conhece o artista e amigo José Pádua. Faz as primeiras esculturas fundidas a bronze e alumínio.

Ao longo destes anos, participou em mais de quinhentas exposições colectivas em todo o mundo (África do Sul, Alemanha, Argélia, Austrália, Bélgica, Cuba, E.U.A., Espanha, França, Holanda, Inglaterra, Itália, Japão, Moçambique, Mónaco, Nigéria, Noruega, Polónia, Portugal, RDA, Suécia, Suíça, Swazilândia, Zimbabué), actualmente participa em exposições pela mão de galerias e instituições, sem ter conhecimento dada a sua obra estar bastante espalhada.

Formação:
Autodidata, desde muito jovem se dedica ao desenho, pastel, aguarela e gouache. Teve como professor no Instituto o artista Antóvio Heleno, que o entusiasma pela paixão pelo desenho, obtendo sempre notas altas.
Frequentou o curso de Pintura no Núcleo de Arte em Lourenço Marques (Maputo). (1966/68/...)
Fotografia, 1973 com António Pegado.
Trabalha com o escultor José Lobo Fernandes no Núcleo de Arte – Maputo - Moçambique
Frequentou curso de Litografia e Gravura na Sociedade Cooperativa de Gravadores Portugueses, Lisboa.(1977/78/79/80)
Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. (1978/1979) com supervisão de João Hogan.
Formação em Cerâmica na Fabrica de Cerâmica Viúva Lamego, Lisboa, Portugal. (1978/1979).
Monta um atelier de cerâmica em Cascais
Conhece e partilha experiências com o ceramista catalão, Antoni Cumella, Granulleres, Espanha

Bibliografia :
" Dicionário de Arte Portuguesa ", 1991, Portugal
" Arteguia ", 1992, 1993, 1994, 1995, 1996, 1997, Portugal
" 200 Artistas Portugueses " 1992, Edição Fernando Carmo, Portugal
"Luìs Soares" 1989, Edição para Lineart
"Luís Soares" 1987, José Marin Medina
"Luís Soares" 1986, António Bacalháu, Galeria Berrueta, Espanha
"TRANSMISSÃO DAS SEQUÊNCIAS ESPONTÂNEAS", Mateo Berrueta Echave
"DICIONÁRIO DE PINTORES E ESCULTORES PORTUGUESES", Fernando de Pamplona, 1988, Civilização
"CERÂMICA DE LUÍS SOARES " ,STIRETKI - EUROOPASSA JATKUU, 1988, Heidi Santamala
"COMO PEIXE N'ÀGUA", 1989, Eduardo Marco Samper
"CONTEMPLANDO O MAR", 1984, José Guterres
"Artista Português Triunfa em Espanha", 1987, José Guterres
"O mar é fonte de inspiração que não seca", 1987, Hélder Pinho
"UM POETA DA PLÁSTICA", 1990, Rafael Soto Vergés
"A PINTURA LUNAR DE LUÍS SOARES", 1991, António Martinez Cerezo
"PERFIL E ESTATURA DO ARTISTA LUÍS SOARES", 1991, Mário Angel Marrodan
"HARMONIA DAS ESFERAS", 1991, Alberto Correia
"EL DISCURSO DE YERBA", 1991, 3 serigrafias e poemas, Rafael Soto Vergés
"UM INFORMALISMO MATÉRICO E SUBTIL", 1991, Rodrigues Vaz
"LUÍS SOARES, NO PENSAMENTO", 1987, Francisco Montoya Garcia
"Por La Puerta del Calendario", Ilustrações, Mario Angel Marrodan
"LUÍS SOARES, ARTISTA MULTIDISCIPLINAR E COMPLETO", Livro a publicar brevemente, Mario Angel Marrodan
"Com a força do grafismo", 1987, O Dia, Maria Assis
"Luís Soares um «mestre» em cerâmica", Manuela Tito Martins
"Tapeçarias na Lóios", António Baldaia
"As cores quentes de Luís Soares", Ana Paula Vieira
"El portugués Luís Soares, artista multidisciplinar, tital y completo", M.A.Marrodan
"Luís Soares", Faro de Vigo, 1992, Fernando Franco
"Variações" sobre temas marinhos atraem (e apaixonam)Luís Soares, 1981, A Tarde, Lúcia Mendes Pereira
"O mar é uma fonte de inspiração que não seca", Hélder Pinho
"Luís Soares", 1989, Ricardo M.dos Santos
"Imagens Prodigiosas", 1991, Correio da Manhã, Rodrigues Vaz
"El arte se convierte en vidrio", 2003, Futurart, N.T.
"Por La Puerta del Calendario", Ilustrações, Mario Angel Marrodan
“Luís Soares. El Simbolismo de La Imagen”, 2014, Ramon Casalé, AICA, ICOM, ACCA
“Livros de Viagem”,  Desenhos , Luís Soares
“Serigrafias”, Catálogo, 1990, Edições Ceramicarte
“Existencialismo”, 1969, Noticias de Lourenço Marques, Moçambique
“Luís Soares, a pintura como um conceito universal” Juan Lluís Montané , AICA, ACCA, AMCA, AECA
“Escultura expressionista visceral de Luís Soares” Juan Lluís Montané , AICA, ACCA, AMCA, AECA
“Los azulejos vitais de Luís Soares ” Juan Lluís Montané , AICA, ACCA, AMCA, AECA
“Luís Soares, renovador da cerâmica de Cascais ” Juan Lluís Montané , AICA, ACCA, AMCA, AECA
“A cerâmica de Luís Soares” Juan Lluís Montané , AICA, ACCA, AMCA, AECA
“A Pintura de Luís Soares”  Vera de Jesús de Oliveira Cardoso

“LUIS SOARES. Las líneas sinuosas de su iconografía”  Alicia Estela Beltramini Zubiri, AICA, CAA, ALAA